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segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Contando os tempos automaticamente.

Contar os tempos e tocar não é nada fácil, mas é uma habilidade importantíssima. [...] contar os tempos não serve apenas pra organizar ritmicamente as músicas, mas também cria o cenário perfeito pra ter agilidade de raciocínio. 

A habilidade de contar os tempos é misteriosa. 

Se você der a oportunidade certa pra si mesmo, ela se desenvolve automagicamente. 

Basta fazer o seguinte: 

1) Desenvolver paciência consigo mesmo; 

2) Ter uma rotina de estudos; 

3) Dedicar 5 minutos dentro dessa rotina pra tocar as músicas muito lentamente, mesmo que desfiguradas, tentando contar o tempo. Isole mesmo que apenas um pequeno compasso. Toque o mais lentamente que for necessário. 

4) Assim que estiver confortável, aumente um pouco a velocidade. Não inclua o metrônomo nesse exercício. 

5) Continue fazendo isso e dê tempo ao tempo. 

Voilà! 

Aplicando esses passos, de uma hora pra outra, você conseguirá coordenar as mãos, olhos e contagem. 

Impressionante, não? 

Peraí!?! 

Você não tem uma rotina de estudos? 

Que vergonha! Assim você nunca vai sair do lugar!

Texto original: Felipe Scagliusi 

Quase sempre o super- vilão tem razão.

"-- A paz lhe custou sua força. A vitória derrotou você!"
Bane, super-vilão de Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge 

Quando se trata de motivação, quase sempre concordo mais com as motivações dos vilões do que dos mocinhos. 

Bane tem toda razão... 

A paz e tranquilidade nos deixa molinhos e fracos. 

Bem, talvez o mais correto seja dizer que ele tem razões, mas não RAZÃO, já que explodir uma cidade inteira baseado nesse problema não é conclusão racional. Em "Batman: O Cavaleiro das Trevas", o estilo niilista do Coringa também me convence mais, afinal, todos nós mudamos de opinião a todo momento, tentando justificar nossas ações, mas no fundo a opinião não importa, queremos apenas fazer aquilo que queremos. 

Claro que o Coringa é maluco. Nada justifica seu comportamento. 

Mas é uma bela imagem de nós mesmos. 

E que raios isso tem a ver com piano ou com música? 

Nada. 

A não ser isso: 

Conquistar alguma liberdade no instrumento não é algo fácil. 

Não é complicado, mas você não pode entrar todo molinho pra conquistar isso. 

Calculo que quase metade das pessoas que recebe meus e-mails, se interessou por piano porque chegou em um estágio mais tranquilo da vida. Assim a música pareceu um bem confortável e tranquilo de se adquirir. 

A verdade é que a grande maioria dessas pessoas está molinha demais. 

A vitória as derrotou. 

Existe a situação inversa também. 

Outra parte das pessoas desta lista estão cheias de energia. 

Estão dispostas a conquistar o mundo musical inteiro, não importa o esforço necessário. 

A situação é essa: 

Temos uma carruagem atrelada a um cavalo preguiçoso e a outro cavalo fogoso. 

Um precisa de chicote. 

Outro precisa de rédeas. 

Mas, se você pensar bem, verá que você mesmo é assim. 

Temos esses dois cavalos internos. 

Acontece que dependendo da fase da vida e das circunstâncias, nos apegamos mais facilmente ao preguiçoso ou ao fogoso. Isso é completamente normal. 

Mas não tem jeito. 

Um vai sempre segurar ou puxar o outro. 

Então é preciso ensiná-los a cooperar. 

Entendeu porque digo coisas como: 

"-- Comece estudando apenas 20 minutos, mas estude todos os dias". 

"Apenas 20 minutos" está freando o cavalo louco. 

"Todos os dias" está chicoteando o cavalo bardoso. 

Essa é a arte de fazer esses cavalos cooperarem entre si. 

Quem capta isso, vai longe. 

Mas não basta captar... 

Tem que botar em ação... 

Texto original: Felipe Scagliusi

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Eficiência é diferente de perfeição.


Aprender a tocar teclado ou piano normalmente envolve uma melhora geral da vida. Não que a música seja um remédio, mas seu aprendizado exige largar uma porção de teimosias. E deixar de teimosia é sempre bom.

Volta e meia um aluno me pede alguma opinião ou recomendação sobre uma peça em particular. Claro que a expectativa é de que seja dado um ensinamento incomum, algum segredo, truque ou dica quente que pode melhorar sem muito esforço o trabalho que o aluno já está fazendo. Mas o meu ponto de vista é bem diferente. Sempre procuro guiar o estudo do aluno de modo a ser o mais eficiente possível. E com "eficiente" não quero dizer "rápido", nem "perfeito", nem "divertido, mas sim que o resultado obtido terá um efeito muito mais duradouro e até mesmo, permanente.

Isso me lembra a transportadora americana UPS. Algum tempo atrás li que essa transportadora adotou na sua logística de rotas, virar o menos possível para a esquerda. Isso quer dizer que ao traçar uma rota do ponto A ao ponto B, a UPS não busca o caminho perfeito, aquele que levará menos tempo, mas busca o caminho que exige menos viradas à esquerda. Coisa muito esquisita de se considerar, hein? 

Alguns testes foram feitos e se constatou que essa regra não torna as entregas mais rápidas. Nem torna as distâncias mais curtas. Mas ocasiona em uma economia de combustível absurda para a empresa. Nesse sentido, é uma regra muito "eficiente". 

A explicação técnica de porque é eficiente não interessa aqui. O que importa é que você perceba o quanto deve largar certas "opiniões". Isso é essencial pra sua educação, mesmo no piano ou teclado. 

Se eu tivesse se escolher uma grande teimosia dos alunos, uma que quebra muito a eficiência do seu estudo, é a de evitar o máximo possível de estudar com as mãos separadas. Normalmente eles pensam que estudar com mãos juntas é melhor. Que esse é o modo "perfeito, rápido e divertido" de estudo. Pode até ser pra um caso isolado. Mas para o bem do desenvolvimento geral, dividir o estudo das mãos é muito mais eficiente. 

Texto original: Felipe Scagliusi
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