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segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

Música é como uma cebola (sem as lágrimas).

Música é feita de camadas. E, assim como as cebolas, a primeira camada que vemos pode não ser lá muito animadora ou pode parecer simples demais. A medida que as camadas vão se revelando, algo que não parecia existir em um primeiro momento, é que percebemos como aquele objeto é frutífero. Cada camada apresenta uma textura diferente, e diferente das cebolas, ao penetrar nessas camadas nossos olhos não ardem exigindo lágrimas.

Bem, até pode haver lágrimas, mas são de emoção. O nome desse processo é "educação". A pessoa sai de um estado de trevas para um estado mais iluminado em que percebe melhor as coisas.

Não sou petulante e arrogante o suficiente para dizer que meus treinamentos trazem esse resultado automaticamente, isso é balela do gênios criadores de fórmulas mágicas. Mas seguir os princípios que ensino, criam o cenário ideal para o aluno penetrar nessas camadas.

Assim espero contribuir para que o ensino de música e teclado saia desse "bater acordes" em que se transformou.


Pare de perder tempo, estude com quem realmente sabe e tem experiência no assunto...

Estocando ânimo.

"Acumular experiência musical" não é algo que você vai ouvir da boca de muitos professores. No entanto, sem acumular experiência musical, ninguém aprende nada sobre música. O grande truque do aprendizado formal (autodidata ou não) é aproveitar a necessidade de acumular experiência para dar ênfase em certos pontos, assim não apenas acumulamos experiência simplesmente por acumular, mas desenvolvemos habilidades de maneira mais eficaz. Isso não é tão difícil de compreender. 

Existe alguma forma de tornar eficaz o próprio "acumular"? 

Sim.

A forma mais eficaz de acumular experiência musical é ter ânimo para se concentrar na música. Então vamos aprender um truque simples para "estocar" ânimo:
  • Reveze as músicas que você estuda.
  • Recomendo que estude 2 músicas por vez. Você pode variar por semana... Ou por dia. 

Essa é uma forma muito eficaz de gerenciar seu ânimo. E ânimo em altos níveis é quase uma garantia de capacidade de concentração. E capacidade de concentração é a condição ideal para se acumular experiência com qualidade. 

Reflita sobre sua postura atual, não extrapole essa dica sobre ânimo, não comece a enfiar várias músicas na rotina, porque aí a coisa já fica com cara de perseguição de satisfação imediata. Isso é coisa de gente ignorante e sem noção!

Se por acaso você pretende seguir lições que indiquem quais músicas podem ser usadas para desenvolver várias habilidades enquanto acumula experiências e, além disso, como estudar de maneira eficaz para que essas habilidades sejam absorvidas profundamente... Vem pra cá!

Pare de perder tempo, estude com quem realmente sabe e tem experiência no assunto...

A importância dos Editores de Partituras.

O Computador entrou no cotidiano da música pelas mãos dos músicos de estúdio, e daqueles que já tinham alguma intimidade com instrumentos eletrônicos, como os sintetizadores, por exemplo. Os instrumentistas "acústicos" - principalmente os "eruditos"- não viam com bons olhos aquela máquina que, algum dia, poderia substituí-los. Esse quadro, porém, está se revertendo rapidamente. 

Mais e mais músicos estão descobrindo no computador um versátil instrumento de apoio as suas atividades. Seja na cópia de partituras, na elaboração de arranjos ou no preparo de material para atividades didáticas, o computador consegue ganhos de qualidade e agilidade. Ou seja, um ganho de tempo que proporciona ao músico maior liberdade para as atividades criativas. 

Vamos analisar, por exemplo, o editor de partituras ENCORE 4.0 *(que pode ser encontrado em nosso site na seção de programas), da empresa norte-americana PASSPORT. Por sua versatilidade, facilidade de uso e quantidade de recursos, esse programa tem sido um dos mais utilizados por músicos profissionais que trabalham em computadores tipo PC ou Macintosh. 

O primeiro Passo é saber se você precisa realmente de um editor de partituras.
Será que vale a pena trocar sua caneta por um computador? Vejamos: 

Você tem que copiar ou criar muita música? 

Sua banda depende do trabalho de voluntários (com caligrafia nem sempre muito clara) para fazer as cópias das músicas que tocam? 

Você é professor e gostaria de ver impressos todos aqueles exercícios e estudos que escreveu para seus alunos? 

Você dá aulas de harmonia e acha importante que os alunos possam visualizar a grafia dos exercícios que realizam? 

Você até hoje se atrapalha quando escreve partes para instrumentos transpositores e considera um castigo divino quando descobre que tem que mudar o tom de um arranjo que acabou de escrever? 

Você costuma, de vez em quando, pular alguns compassos em suas cópias, que depois devem ser acrescentados por cima dos outros em forma de "papagaios"de papel? 

Você odeia tocar em partes fotocopiadas? 

Basta ter respondido "sim" a uma destas questões, para saber que um editor de partituras certamente poderá mudar sua vida. Com ele, você coloca na memória do computador a grade da música que quer imprimir, podendo modificá-la, transpô-la e, finalmente, quando tudo estiver pronto, imprimi-la no papel. Além disso, vale dizer que você precisa escrever somente a grade geral; as partes individuais são geradas automaticamente! 

E tem mais. Com os recursos que um editor de partituras possui, você ainda pode escrever as notas com o "mouse", colocando-as uma a uma no pentagrama, ou utilizar o teclado do micro, como se fosse um piano. Também é possível acoplar ao micro um teclado musical, onde as notas que você executa vão sendo automaticamente escritas no pentagrama. 

Para aqueles que são bons tecladistas, essas entradas de notas podem ser feitas em "tempo real", onde o computador anota automaticamente o ritmo executado. Qualquer trecho, ou mesmo toda a música, pode ser facilmente transposto. Assim, se um instrumento dobra outro, basta escrever uma vez a parte e depois copiá-la para os outros instrumentos, ou para lugares onde o trecho se repete. 

E se você descobrir, no meio da cópia, que sua música soaria melhor em dois por quatro e não em quatro por quatro? Muito trabalho? Não. O programa pode reescrever tudo automaticamente. Uma vez escrita a grade, o micro extrai as partes que você desejar e comprime as pausas.Assim, se um instrumento não toca por 20 compassos, será criado na parte um compasso de apusa com o número 20 sobre ele. 

No caso de músicos com deficiência visual, para os quais os papéis de música convencionais não são fáceis de ler, o editor pode gerar desde partituras de bolso até partes com notas gigantescas. 

Mais ainda: se você escreve livros didáticos sobre música, saiba que é possível retirar trechos feitos no editor de partituras e inseri-los dentro de um editor de textos. Além disso, o programa ainda tem recursos especiais para anotação de partes para violão e guitarra - tanto por notas quanto por cifras; a escrita de letras nas músicas, facilitando a elaboração de partituras corais; e a notação de instrumentos de percussão, com todos os símbolos necessários. 

No início e meados da década de 80, muitas pessoas (como eu próprio) compraram um computador simplesmente para usar o editor de textos. Um programa como o editor de partituras justifica hoje a compra de um computador para quem precisa escrever muita música. 

O ENCORE, por exemplo, pode transformar em música aquilo que você escreve. Esse é um recurso valiosíssimo para arranjadores e compositores, que podem ter uma idéia clara daquilo que conceberam sem ter que usarem os músicos como "cobaias". 

Por outro lado, para um estudante de música, o Encore proporciona um laboratório eficiente de aprendizagem, onde pequenas idéias podem ser metamorfoseadas e vivenciadas sonoramente, até transformarem em música.
Fonte: https://www.cifras.com.br/tutorial.htm?cod=a-importancia-dos-editores-de-partituras_232
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