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quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

Teclado para iniciantes.



O processo natural do aprendizado deveria servir para tudo, mas infelizmente muitos queimam etapas e ficam com seu desenvolvimento comprometido, até mesmo com uma possibilidade enorme de desistência. O Teclado como qualquer outro instrumento musical tem sua fase inicial, intermediária e avançada, então, não querendo ser óbvio, mas o aprendizado do teclado tem que começar do início. Redundante isto não é, mas é o que precisa ser falado para quem quer aprender o instrumento de forma correta.

Muitos decidem aprender sozinhos, outros apenas pegam dicas com pessoas que já tocam e alguns fazem aulas com professores que não possuem didática para ensinar, não seguem um método e muito menos tem um método.

O início de um aprendizado.

Por mais fácil que apresenta ser, deve ser encarado com muita seriedade, pois pode ser a base de todo aprendizado. Isto serve para qualquer conteúdo e matéria estudada. O Teclado para iniciantes deve ser pouco exigente, ter pouco conteúdo, mas ter muita qualidade. Não confunda ter pouco conteúdo com pouca qualidade. Quando abordo ter qualidade, quero ressaltar a importância do aluno aprender corretamente, sem atropelos. Não basta somente passar para o aluno muito conteúdo, sendo que o mesmo ainda não possui bagagem e técnica suficiente para ter um bom desempenho. Mais vale um conteúdo bem aplicado e aprendido, do que ter uma quantidade enorme de conteúdo e não saber como executar.

Já tive vários alunos que vieram de outros professores ou escolas, que tinham pastas e cadernos cheios de conteúdos e repertórios, mas que o aluno não conseguia executar nem compreender nem 40% do que ali estava.

O que é preciso ser feito?

A verdade é que a maioria das pessoas que querem aprender a tocar, já anseiam tocar logo, ter bastante repertório e passar por cima de muito conteúdo importante para o seu aprendizado. Isto é um grande erro cometido pelos alunos, professores e escolas. O início dever ser literalmente o início, ou seja, o "b-a-bá" do aprendizado.

Por isso, quem vai iniciar seus estudos de teclado, deve ter esta preocupação e principalmente esta postura, de não passar o carro na frente dos bois, e sim subir degrau por degrau. Esqueça o conteúdo que terá pela frente, esqueça o que seus colegas já tocam. Esta ansiedade só serve para atrapalhar o seu desenvolvimento. 


Escolher o teclado ideal para comprar, não é uma tarefa das mais fáceis, exige alguns conhecimentos prévios que vale a pena saber para não comprar qualquer coisa. Depois que você adquiriu o instrumento, o próximo passo é:

Onde fazer aula de teclado?

Esta escolha é uma das principais, e é fundamental para o seu melhor aprendizado.

Não é uma tarefa muito fácil, principalmente quando os pais ou o próprio aluno não possuem conhecimentos suficientes para saber distinguir um ensino de boa qualidade com um ruim. Em nosso meio existem professores e “professores”, escolas e “escolas”. Com certeza existem excelentes profissionais por aí ministrando aulas, mas infelizmente, existe uma grande maioria de profissionais desqualificados, que querem somente ter uma renda com isto.

Então, o que devo escolher: uma Escola de Música ou um professor particular?

Caso queira um conhecimento mais aprofundado sobre música e sobre o seu instrumento, a escola é a melhor escolha.

Agora se o seu objetivo é apenas desenvolver a prática do teclado, um professor particular poderá suprir esta necessidade.

Surgem algumas perguntas relevantes:
  • Será que a escola ou as escolas que existem na minha cidade estão capacitadas a ensinar um instrumento musical?
  • Será que o conteúdo de uma escola é coerente?
  • Será que o professor ou os professores da minha cidade também estão capacitados? O conteúdo deles é coerente?
  • Como saber se um professor ou uma escola tem qualidade para ensinar?
  • Como saber se o conteúdo que me é passado é de qualidade?
Essas perguntas, exige conhecimento e muita pesquisa. Da mesma forma que você pesquisa uma escola regular para colocar seu filho(a), acontece na escolha do local apropriado para você ou seu filho(a) aprender um instrumento.

Depois que um aluno já adquiriu o seu teclado, encontrou um professor ou uma escola para fazer aula, o próximo passo é decidir qual estilo vai querer desenvolver. Independente do estilo, é importante frisar que o aprendizado do teclado requer: estudo, foco, determinação, etc…

Não existe nada mágico, onde você vai aprender algo instantaneamente, mesmo que encontre por aí promessas mirabolantes de aprendizagem rápida. Desculpe contrariar, mais isso não existe.

Algumas facetas da Música.



Passa desapercebido por muitos que a música tem uma forte ligação com a ciência e têm suas raízes no próprio surgimento da ciência moderna. A música tem uma base física importante: são os sons afinados pela cultura que a constituem. Por outro lado, ela foi utilizada muitas vezes como metáfora e como inspiração para interpretar o mundo físico, em particular nas tentativas da estrutura da sociedade humana.

A música é uma das artes mais ligadas à matemática e à física. No século XVI, ela era considerada um ramo da matemática. No período medieval constituía uma de suas disciplinas, integrando com a aritmética, geometria e astronomia.

Tomava-se, então, como música os seus aspectos teóricos sem ligação direta com sua execução prática. Ela é uma arte escorada em medidas precisas, o que garante nova aproximação com a ciência. 

Se as descobertas científicas e os avanços técnicos estimularam mudanças e transformações na música em muitos aspectos, o oposto também se verificou. Em diversos períodos da história questões emanadas da música estimularam a investigação científica.

Especulações sobre a natureza musical do universo remontam há milênios atrás. A harmonia musical do cosmo já é mencionada, por exemplo, no Timeu de Platão. Aristóteles criticou estas idéias, mas a concepção de uma harmonia universal no mundo físico perdurou por séculos nas visões cosmológicas e foi forte inspiradora para que Kepler chegasse a suas leis sobre o movimento dos planetas.
Além das relações gerais já apontadas entre música, física e matemática, alguns outros aspectos emergem nas suas relações com a ciência:
  • A construção de instrumentos musicais, que guarda ligação direta com o conhecimento físico e tecnológico da matéria e da acústica;
  • As relações profundas entre o tempo, um conceito central da ciência moderna, e a música, seus ritmos e frequências;
  • O comportamento sonoro, que inspirou modelos para a descrição da luz e que possibilitou posteriormente avanços importantes nos meios de comunicação;
  • As mudanças profundas que a ciência e a tecnologia possibilitaram na reprodução em massa das obras de arte, aqui incluída a música;
  • As conexões culturais mais amplas, subjacentes tanto à música como à ciência, duas componentes da atividade criativa humana, tanto individual e quanto coletiva.
Do lado da história da arte e da história da ciência é importante destacar que, enquanto ocorria o processo que se denominou de revolução científica nos séculos XVI-XVII, surgia também uma profunda transformação na música, originada da transformação da prática artística. Houve profundas conexões entre física e música naquele período em que emergia uma visão nova sobre a natureza e o homem.

AUTOR DO ARTIGO: (Ildeu de Castro Moreira, doutor em física, é professor do Instituto de Física e do Programa de Pós-graduação em História da Ciência (Universidade Federal do Rio de Janeiro).
MÚSICA E FILOSOFIA


“A música é um meio mais poderoso do que qualquer outro, porque o ritmo e a harmonia têm a sua sede na alma. Ela enriquece esta última, confere-lhe a graça e ilumina aquele que recebe uma verdadeira educação.” Platão

A Filosofia é a “mãe” da Ciência e perpassa a todas as áreas do conhecimento. Todas elas são apêndices da Filosofia. Está nas Ciências Humanas, Exatas, na Arte, Literatura, na Música.

A música é um poderoso formador de caráter (não no sentido moral, mas psicológico da palavra). Existe um padrão específico de personalidade em cada “grupo musical”. Se pudermos chamar assim as muitas “tribos” que fazem do seu gosto musical um estilo de vida.

Algumas vezes pode ser que seja apenas uma maneira de algumas pessoas se relacionarem com seu meio social. Mas se observarmos mais de perto, veremos que dependendo do gosto e identificação musical, muda completamente a maneira como as pessoas veêm a si e aos outros.

A música surgiu na humanidade primitiva como forma de adoração aos deuses, mas perdeu essa sacralidade e foi depois absorvida como forma de expressão artística. Quando permanece nesse campo (e mesmo em alguns casos, em sua forma primitiva) a música se torna uma das mais refinadas formas de expressão do sentimento e gênio humano.

Existe demanda para todos os gostos musicais, mas quer me parecer que ultimamente, a música tem se distanciado cada vez mais do sagrado e da arte.

MÚSICA E ARTE



A Música por natureza encanta, envolve e motiva. É um estímulo à imaginação, à criatividade, à fantasia. É arte por excelência, é fascinante, mas também é conhecimento, é cultura, é ciência. 

Vivemos num país em que pouco se valoriza a arte, a música, o artista. A música na escola por exemplo tem a função de entretenimento, ou até mesmo de preencher lacunas. Ela é muito mais do que isso, é um momento de intelectualidade, de cognição, de “viagem”, e não um passa tempo. Na Europa você sente a importância do estudo da música. As escolas integram a Arte a cultura geral. No Brasil o enfoque maior é informatização, matérias de exatas, mas a Arte é rejeitada. Então não podemos exigir dos alunos, criatividade, imaginação, se a escola não oferece estas possibilidades. Ninguém aprecia aquilo que não conhece. 

A arte exerce grande influência no ser humano. É algo fundamental para o equilíbrio da pessoa. A música é inspiração, sentimento, um grande amor, natureza, tantas coisas. Ela faz parte do cotidiano das pessoas, por isso ela é importante e possui valor.

Imagine um mundo sem som, sem música, sem arte. Seria opaco, sem graça, mórbido. Por isso a música como arte, veio para plenificar a vida das pessoas.

ARTE DE COMBINAR SONS

A Música é a arte de combinar os sons de forma lógica e coerente. A linguagem musical transcende as palavras, sendo originada a partir da combinação de sons. Ela marca alguns momentos inesquecíveis: O primeiro amor, uma festa, um acontecimento alegre ou triste. A verdade é que nos faz sonhar, imaginar e nos dá impulso para caminhar. Nos dá alegria, nos faz pular e nos faz chorar. Um emaranhado de percepções que eleva nossos sentimentos mais profundos.

Porque a música está na alma, é provocação, explosão, pura sensação, balança, sacode, abala, vibra. Harmoniosa arte de combinar sons com as emoções das nossas vidas. A música une pessoas.

A música faz parte da cultura de alguma manifestação cultural de uma nação. Uma cultura que não se expressa através da música, não poderá superar em algumas questões.

MÚSICA COMO TRANSFORMAÇÃO PARA A PRÁTICA ARTÍSTICA


Na história da arte é importante destacar que a música surgia como transformação para a prática artística. A música guarda uma integralidade entre a harmonia, o ritmo e as palavras. A aliança texto e música é matéria das mais antigas e sensíveis no campo da arte. As canções sempre foram um referencial importante sobre a cultura de sua época e as visões, representações e atitudes do homem diante do mundo, da vida e da sociedade.

Desde as mais remotas épocas o homem teve contato com a música, mesmo que de forma inconsciente e indesejada. O seu conceito de arte é atribuído nas suas manifestações que envolvem a criação, a beleza, a poesia, a improvisação, a construção de instrumentos e principalmente o seu envolvimento direto com a cultura de cada região.

ELEMENTOS DA MÚSICA

A Música como arte propriamente dita, apresenta diversos elementos que a constitui como tal. Como uma obra de pintura artística, uma apresentação de dança, de teatro e outras manifestações, também apresentam elementos peculiares às suas artes. 

Ao praticarmos música, seja ouvindo ou fazendo, estamos nos relacionando com os parâmetros do som de forma mais específica e subdivida: Intensidade passa a ser, por exemplo, forte, fraco, crescendo etc.

Da mesma forma o timbre, que é uma voz humana ou instrumental única, uma qualidade, que só tal voz produz: cada ser-humano, tem uma voz única, que é também uma espécie de marca, assim como os instrumentos musicais.

Todos os elementos predispostos e subdivididos são ferramentas que podemos usar quando nos dispomos a compor, cantar, improvisar ou até mesmo ouvir vivenciando a música, tais ferramentas recebem, segundo Swanwick, a definição “materiais”. De tal modo que organizando estes materiais e observando como se desenvolvem e se contrastam em frases, períodos e partes é que começaremos a trabalhar também com expressão e forma. Materiais, Expressão e Forma constituem um ponto de partida para definirmos os elementos musicais – ou, mais especificamente, os elementos sonoro-musicais.

Não esqueçamos, porém, que toda esta vivência musical com todos os elementos que permeiam música perpassam por toda uma rede social, cheia de significados e funções, pois “é no mundo social que definimos e convencionamos o que consideramos música, quais as formas de vivenciá-las e de aprendê-las e quais as funções e usos de determinada peça ou estilo musical.

Portanto, a aula de música não pode tratar a música como um objeto destituído de significados e funções sociais.” Precisamos então ser antes de tudo críticos, auto-críticos, no melhor sentido da palavra.

MÚSICA E EMPREENDEDORISMO

Será que o músico está preparado para empreender?

A Música, quando praticada como atividade profissional, não difere de outras áreas do conhecimento. A formação de um músico profissional é bastante árdua, exige muita dedicação e disciplina no que tange ao estudo.

Também, como em qualquer área é necessário uma formação mínima para a gestão de carreira, conhecimento do mercado, e, principalmente, do desenvolvimento de habilidades relacionadas ao empreendedorismo. Mas a verdade é que nem todo curso de música é inserido estas necessidades. O Músico, seja ele compositor, professor ou intérprete, é um prestador de serviços.

Hoje o mercado da música oferece alguns trabalhos como: Músico de Orquestra, Professor em escolas de música e escolas regulares, bandas e grupos musicais diversos, e em todo tipo de organização em que há a necessidade de contratação de um músico, como o coral de uma empresa ou de uma igreja. 

Portanto podemos afirmar que na maioria absoluta dos casos, independente de ter ou não emprego, é preciso empreender. Aquele que tem habilidades de prestador de serviços tem mais opções no mercado de trabalho. Pode ter um emprego e, ao mesmo tempo, prestar serviços.

"A maioria dos músicos não estão com o foco voltado para o empreendedorismo".

Isto é fato, os músicos estão tão mergulhados em suas músicas, em seus estudos e performances que acabam deixando de lado esta necessidade. A música é uma área onde a improvisação, a criatividade e uma boa performance é bastante valorizada pelos ouvintes, deixando com que o músico se preocupe e invista somente nestas áreas.

Este post tem o objetivo de alertar aos músicos, que é preciso olhar mais para o empreendedorismo como possibilidade de avanço e valorização de suas carreiras muitas vezes desvalorizadas pela sociedade e pelo sistema que vivemos.

Fonte: http://musicaplena.com/musica-e-ciencia/

domingo, 18 de fevereiro de 2018

O estudo musical.



Quando um indivíduo decide aprender um instrumento musical, a primeira coisa que pergunta para o professor é: “Quanto tempo vou levar para aprender a tocar o meu instrumento?”.

Está pergunta na verdade não tem uma resposta precisa, apesar de muitas escolas e professores iludirem seus alunos dando a eles uma previsão de tempo. 

Para que um aluno possa evoluir em seu aprendizado musical, primeiramente precisará entender três passos do estudo:

1. O que é estudar?

Compreender que é um processo de obtenção do conhecimento daquilo que você está estudando. Segundo o AURÉLIO, estudar é aplicar a inteligência para aprender, para saber, ou adquirir instrução ou conhecimentos, dedicar-se à apreciação, análise ou compreensão de; procurar fixar na memória; frequentar o curso de; exercitar-se, ser estudante, ser estudioso, aprender a conhecer-se; observar-se e analisar-se.

2. O quê estudar? 

Estudar aquilo que lhe trará conhecimento, técnica, bagagem, crescimento, etc… A maioria dos estudantes não sabem o quê estudar, principalmente por não serem preparados para isso, seguem sua próprias vontades e estudam aquilo que querem. 

3. Como estudar?

Saber ter auto-disciplina para seguir o passo a passo do processo, sem esquivar-se ou estagnar-se. Segundo o AURÉLIO, estudar é aplicar a inteligência para aprender, para saber, ou adquirir instrução ou conhecimentos, dedicar-se à apreciação, análise ou compreensão de; procurar fixar na memória; frequentar o curso de; exercitar-se, ser estudante, ser estudioso, aprender a conhecer-se; observar-se e analisar-se.

A DIFERENÇA ENTRE TOCAR E ESTUDAR



Quando você está no processo de aprendizagem de um instrumento musical, existe muita euforia para poder tocar logo. Mas o que muitos não compreendem, é que este processo pode demorar um pouco para se ter bons resultados.

Costumo dizer que não existe fórmula mágica para fazer um indivíduo tocar bem o seu instrumento, e sim muito estudo. Existe muita confusão por parte do aluno, e as vezes do professor, quando o assunto é estudo musical. Afinal de contas estudar não é o mesmo que tocar.

TOCAR é quando você utiliza o seu instrumento para praticar o que quer, ou seja, tocar suas músicas favoritas, tocar com os colegas, em outras palavras, é praticar aquilo que você já domina. Isto não é estudar, pois não há crescimento musical quando se toca o que já sabe, é preciso haver evolução.

ESTUDAR é praticar aquilo em que você ainda não domina, não consegue fazer bem feito, é aparar as arestas, é aquela técnica “chata” que você detesta estudar, mais que ainda precisa melhorar, são aqueles exercícios que irão fazer você um instrumentista melhor, é o estudo teórico do seu instrumento que precisa ser bem conhecido, etc…

É interessante como a maioria dos alunos não estudam e nem sabem estudar. Estava dando aula para uma aluna de Teclado, e ela sempre dizia que não conseguia fazer o exercício proposto, só que ela nunca estudava em casa como devia, então se torna impossível um aprendizado musical de qualidade.

Não estou aqui querendo dizer que o aluno não pode tocar o seu instrumento, mostrar para os colegas, tocar nos diversos locais, mais estou querendo ressaltar a importância do estudo, pois sem ele não há aprimoramento. Você pode sim tocar o seu instrumento, mais primeiramente deve estudá-lo para mostrar mais qualidade em sua execução.

O seu estudo deve sempre estar acima do seu “tocar”. Dando um exemplo metafórico: É como se o seu estudo estivesse no 5° degrau de uma escada, aí você deve tocar somente no nível do 3° degrau desta escada. Quando os dois degraus se igualarem, quer dizer que você estagnou em seus estudos.

Avance sempre em seus estudos!

Fonte: http://musicaplena.com/o-estudo-musical-4/
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