Escola

CLIQUE AQUI PARA VISITAR O NOSSO SITE OFICIAL

Endereço e contatos:

UNIDADE I - Rua. Tab. Eurydice de Barros Esteves, 156, Mangabeira I, João Pessoa, Paraíba 58055-450, Brasil

Contatos:
Oi (83)98740-2530 (WhatsApp)
Tim (83)99966-6875
Claro (83)99102-3221
Vivo (83)98101-7208

Sobre o fundador... Visite as redes sociais do Prof. Elvis Chaves...

E-mail: profelvischaves@yahoo.com.br
Blog
Site oficial
Facebook
Google+

YouTube

Use o GPS:


FAÇA SUA BUSCA NO BLOG AQUI

segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Piano man.

Isso já aconteceu há mais de 10 anos: 

Em algum lugar da Inglaterra, um homem foi encontrado andando na beira de uma rodovia, totalmente desorientado e sem se comunicar com clareza. Logo foi levado para o hospital. Por semanas a fio os médicos tentaram descobrir algo dele. Fisiologicamente não havia nada errado, mas ele não conseguia responder perguntas simples, nem dizer quem era até que alguém teve a brilhante ideia (com acento) de dar um papel e um lápis. 

Adivinhe o que ele desenhou? 

Sim, um piano de cauda. 

Se bem lembro, recebeu até o apelido de "piano man". Depois disso alguém teve uma segunda idéia brilhante: 

Levar o desconhecido até o piano que ficava na capela do hospital. E adivinhe outra vez? 
O tal homem que nem sabia o próprio nome tocou piano sem titubear. Dali por diante ele era deixado no instrumento e ficava por horas tocando. Jamais soube o desfecho dessa história, mas o que nos interessa é o seguinte: 

Mesmo sem saber se o "piano man" era um profissional ou um amador ao piano, mesmo sem saber se realmente tocava bem ou mal, se ele mantinha ou não o ritmo, se conseguia demonstrar bem a cor da música, nada disso importa, o que ele tinha é aquilo que todo o estudante de música precisa: Transformar a habilidade de tocar em uma segunda natureza, algo que faça parte do seus músculos, sangue e células. Não há exceções pra isso, não importa o estilo, não importa a idade, não importa a habilidade natural, não importa o nível. Por isso não importa a promessa de um método ou de um professor, o relacionamento com o instrumento precisa ser levado por muito tempo. E por "muito tempo "quero dizer anos". 

Claro que isso não quer dizer que só depois de anos alguém conseguirá fazer alguma coisa no instrumento, várias coisas são imediatas. 

Quero deixar claro que se existe uma coisa comum entre um amador e um profissional, aquilo que faz você olhar os dois e perceber como são seguros no que fazem, mesmo estando em níveis diferentes, é porque sabem aquilo melhor do que o próprio nome. 

Ficou claro? 

Este texto é mais uma introdução para responder a pergunta "Quanto tempo leva pra aprender piano ou teclado?"

Espero que não tenha ficado a impressão de que basta aprender de qualquer jeito ou que o necessário é apenas tempo. Longe disso. !

Sempre existe uma maneira melhor de fazer e aprender as coisas. Não seria diferente com o piano ou teclado. 

Por isso ofereço meu curso de teclado para iniciantes...


Adaptação: Prof. Elvis Chaves
Texto original: Felipe Scagliusi

Aprendendo música feito um cachorro.

Vez ou outra um aluno me mostra um aplicativo para aprendizado de piano e teclado. O aplicativo utiliza o conceito de "gamification" na sua estrutura, ou seja, tudo é estruturado de modo a parecer um jogo. O jogador realiza uma tarefa e ganha uma recompensa em pontos, se fizer com sucesso. Com base nesse "incentivo", dizem, o jogador aprende brincando. Isso é apenas mais uma tentativa dos cabeças-de-pudim ganharem tempo. Um aplicativo como esse é uma espécie de "guia de teclas", subterfúgio que evita ter de aprender a ler partituras. Eu também utilizo esse subterfúgio em alguns treinamentos, mas o conteúdo não se resume a isso.

É realmente deprimente que o vídeo de apresentação do aplicativo, em específico, mostre uma família feliz, rindo sem parar, enquanto magicamente a filhinha pequena segue a telinha do aplicativo. 

Eu sei que isso não funciona direito por dois motivos: 

Existem mais professores ruins do que bons professores por aí. Tive muito contato com professores ruins. Sei que a maioria deles não passa de um "guia de teclas". Eles ensinam qual a tecla correta, ensinam um pouco de teoria. Pois o aplicativo em questão faz exatamente a mesma coisa. 

O conceito de "gamification" (transformar tudo num jogo) ainda carrega um problema: Ele aumenta a ansiedade do estudante. Você fica obsessivo em terminar as missões. E a auto-consciência que a música deveria desenvolver, vai por água baixo. Tudo pra acumular alguns pontinhos no aplicativo. 

Essa é a mesma tática usada para treinar um cachorro: toda vez que ele faz uma ação correta, uma ação esperada pelo treinador, ele ganha um petisco. O cãozinho está sempre salivando, aguardando a próxima vez que ele será recompensado. Esta é a imagem perfeita de quem estuda por esse meio: um cãozinho salivando. Nada pode ser mais cabeça-de-pudim do que isso. 

Claro que não estou dizendo que todos os aplicativos são ruins, desde que você utilize ele como gente, sem problemas. 

Adaptação: Prof. Elvis Chaves
Texto original: Felipe Scagliusi


sábado, 9 de dezembro de 2017

Ser músico é assim.

Você paga no MÍNIMO R$ 300,00 por mês em um curso particular do seu instrumento, mais ou menos uns R$ 9.000,00 em uma faculdade de musica (mas você estudou em universidade pública! Pois é Xerox, alimentação, gasolina, viagens para Simpósios, festivais, cursos, etc...). Depois gasta de R$3.000,00 a uns R$15.000,00 para montar um setup decente para suas apresentações. Passa o resto da vida estudando, treinando, ensaiando, tirando e ouvindo músicas. Gasta horas montando aulas, métodos, shows e playlists, fazendo planejamentos, entre outros e assim, individualizando e adequando cada atendimento!

Passa noites e noites trabalhando, correndo de um show para o outro, de uma aula para outra, dorme pouco, não tem tempo nem para as refeições direito, leva trabalho pra casa, investe na compra de equipamentos, cordas ou manutenção do seu instrumento, produtos de qualidade, aparelhos que não são baratos, deixa a família nos finais de semana para poder sair e trabalhar nas boates, espaços, eventos particulares, aulas particulares, e até mesmo para fazer algum curso, para então, alguém dizer: "Nossa, mas é caro né! Fulano(a) cobra menos para tocar ou ensinar; você cobre o valor?"

Como assim?

Infelizmente não posso "cobrir" o valor do colega, não sei das condições e investimentos dele, mas para mim foi muito caro o caminho pra chegar até aqui!

Valorize o trabalho de um Profissional que se qualifica!

"Se você acha que custa caro um profissional é porque não sabe quanto custa um incompetente. E torça pra nunca descobrir."

Loading...