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domingo, 30 de dezembro de 2012

Benefícios da música.

Alguns benefícios comprovados.

Está provado que a música ajuda a desenvolver a expressão e a compreensão oral. É mais fácil para uma criança pronunciar palavras difíceis enquanto canta do que quando fala. Muitas terapias fonoaudiológicas para crianças com problemas de gagueira se baseiam no canto.

Além disso, a música fomenta a criatividade e a imaginação, na medida em que permite a associação de experiências, sentimentos e ideias com novos sons e ritmos. Como sabemos, a possibilidade de expressar as experiências, sobretudo as negativas, evita que se tornem traumáticas.

A música também favorece a comunicação e sociabilidade. Por isso, é importante realizar a iniciação musical em grupos, e não de forma solitária. Os coros ou oficinas de iniciação musical são opções ideais.

Por último, desenvolve a sensibilidade auditiva e o ritmo, dois aprendizados essenciais para que o gosto pela música seja duradouro.

Fonte: http://discoverykidsbrasil.uol.com.br/pais/artigos/beneficios-da-musica/

Escalas diatônicas maiores e menores.



DIGITAÇÃO DAS ESCALAS


CAMPOS HARMÔNICOS



quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

MATRÍCULAS ABERTAS

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As matrículas estão abertas durante todo o ano. Disponho de vagas nos 3 turnos de segunda a sábado.
Para se matricular é necessário o preenchimento da ficha de matrícula e documentos de identificação.

Não fazemos reservas!

Corra e garanta sua vaga... Aguardo sua visita

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Escolhendo o seu instrumento.

A qualidade do instrumento que você tem é muito importante para sua formação como tecladista. É bom antes de adquirir um instrumento procurar a opinião de um especialista no assunto (professor). Nunca vá de cara na loja, tem muita gente por ai que só quer vender!

Pesquise e leia sobre o assunto.

Você já comprou algum prod
uto do tipo gato por lebre? Aquele produto bem maquiado, com cara de bom?

Pois é, corre destes!

Existem algumas marcas de teclado no mercado que são desse tipo, só têm tamanho e beleza, mas os timbres são péssimos, o acabamento é ruim, são cópias baratas, são muito frágeis, as teclas são moles e estranhas.

Bem, antes de compra um teclado, procure um profissional do ramo, preferencialmente um professor. Não tenha pena de investir em um bom instrumento, pague pela qualidade e certamente você não irá se arrepender.

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

ANTES DE CONTINUAR... UM POUCO DE HISTÓRIA


É noite de estréia: a orquestra faz sua primeira apresentação para o público! Agitando as mãos, o maestro comanda os músicos. E, volta e meia, confere alguns papéis, colocados à sua frente. O mesmo faz os instrumentistas! Com um olho no regente e outro nas folhas, eles tocam para a platéia, que já se pergunta: afinal, o que está escrito nesses papéis que o maestro e os músicos não cansam de olhar? Ora, só algo muito importante para a orquestra: a música!

Sim, como o idioma que falamos a música também pode ser lida e escrita. Isso porque, ao longo dos séculos, os sons e as instruções necessárias para tocá-los começaram a ser representados graficamente no papel. Mas até que isso acontecesse um longo caminho precisou ser percorrido.

A música, durante muitos séculos, foi transmitida oralmente. As pessoas mais humildes a cantavam ou tocavam e, dessa maneira, ela ia sendo passada de geração em geração. Hoje, canções folclóricas (como as de nossos índios e as de grupos africanos) ainda são, em geral, difundidas dessa forma: com a música sendo registrada apenas na memória.

Por volta do século IX, porém, esse jeito de levar a música às pessoas começou a mudar. Nessa época, a música costumava ser cantada e usada em cultos religiosos. Então, para ajudar os que cantavam a se lembrar dela, foram criados símbolos, pontos, traços e linhas sinuosas, que acompanhavam os textos apresentados nas cerimônias. Era preciso escrever as músicas para que não fossem esquecidas.

A Notação musical ou simplesmente: Partitura. Ferramenta indispensável para ler e escrever música, ela é nada mais, nada menos do que a representação gráfica dos sons e das instruções para tocá-los feita sobre o papel. Esses sons são imaginados e ouvidos mentalmente pelo compositor e vão parar no papel para que a música não seja esquecida e, assim, possa ser tocada novamente.

Ao olhar uma partitura com atenção, músicos treinados e experientes são capazes de ler a música impressa no papel e ouvi-la mentalmente. Nesse primeiro contato, eles começam a pensar como gostariam de executá-la. Os regentes de orquestra, contudo, têm um trabalho mais complexo: ao olhar uma partitura, eles não imaginam apenas a parte que cabe a cada instrumento. Eles ouvem, na sua mente, todas as partes, de todos os instrumentos, somadas.

Os compositores, ao transmitirem para o papel as idéias musicais que tinham, foram, aos poucos, tornando as composições mais longas e complexas. Houve um estímulo para a criação de novos instrumentos, o uso deles em grande número e ao mesmo tempo e a construção de salas de concerto maiores. A própria notação musical, a representação gráfica dos sons e das instruções de como tocá-los também foi se tornando mais precisa e complexa. Ela retratou, ao longo da história, as transformações que a música passou e as mudanças que ela ainda sofre.

No século XI, por exemplo, os sons passaram a ser chamados de ut (que depois virou dó), ré, mi, fá, sol, lá, si. Nessa época, as sequências de sons também começaram a ser registradas com maior precisão em linhas e espaços, a pauta. Ela era acompanhada pelas claves, sinais que indicam em que região, se na mais grave ou mais aguda, os sons serão ouvidos ou executados.

Até o século XIII, a música instrumental era pouco comum. A música era cantada. Então, existia uma forte relação entre ela e a palavra. O ritmo musical era dado pelo ritmo da palavra e resultava da sucessão de sílabas curtas e longas, acentos fracos e fortes. A duração de cada som, no entanto, não era precisa, pois ela ainda não havia sido medida e nem existia uma preocupação em fazer isso. Sabia-se apenas que o som era longo ou breve e era essa informação que ia para o papel.

A ideia de medir a duração dos sons só chegou à música com a criação do primeiro relógio na cidade de Londres, na Inglaterra, no século XIII. Nessa época, surge a preocupação em medir o tempo, o que teve influência na música. A duração do som passa a ser medida e representada na partitura. Também são estabelecidas proporções entre as durações. Ou seja, é definido se a duração de um som é o dobro ou o triplo, por exemplo, de outra duração, que serve como referência.

No final do século XVIII, os avanços na construção de instrumentos musicais permitem que os músicos comecem a se expressar de novas maneiras. Eles passam, então, a fazer mudanças gradativas na intensidade dos sons durante a execução da música. Por conta disso, surgem sinais para indicar, no papel, essas mudanças gradativas, que vão do pianíssimo ou pp, que significa muito suave ao fortíssimo ou ff. Modificações sutis e gradativas na velocidade em que a música deve ser tocada também começam a ser assinaladas. Elas são indicadas com termos como acelerando, que quer dizer progressivamente mais rápido e rallentando, gradualmente mais lento.

Como a notação musical sempre procurou acompanhar as mudanças que ocorreram no processo de criação musical e isso continua a acontecer, no século XX, foram criadas representações gráficas dos sons diferentes das que existiam até então. Isso ocorreu por conta dos novos efeitos sonoros e das novas formas de explorar os instrumentos musicais que surgiram na época. De um modo geral, as representações gráficas inventadas no século passado costumam dar maior liberdade ao intérprete da música e o convidam a improvisar.

Guido D'Arezzo (992 - 1050) foi um monge italiano e regente do coro da Catedral de Arezzo (Toscana).

Foi o idealizador da pauta musical e batizou as notas musicais com os nomes que conhecemos hoje: dó, ré, mi, fá, sol, lá e si, baseando-se em um texto sagrado em latim, cantado pelas crianças do coral para que São João os protegesse da rouquidão:

Antes de encerrarmos esse papo sobre notação musical, há duas coisas que você precisa saber. A primeira é que, apesar de representar graficamente os sons e as instruções para tocá-los, a notação musical, sob certos aspectos, é bastante imprecisa. Por conta disso, ela permite que nós possamos pensar em interpretações diferentes para a mesma música, o que interfere no seu sentido.

É como na poesia: quando lemos um poema, temos de pensar onde vamos respirar, quanto irá durar nossa respiração, quando recitaremos mais baixo, mais piano ou mais forte, em que momento leremos mais lento ou rápido, em qual trecho apressaremos ou atrasaremos nossa fala e assim por diante. O sentido que o poema irá ganhar dependerá de cada decisão que tomamos.

Além de levar em consideração que a notação musical tem o seu lado de imprecisão, você precisa ter em mente que ler e escrever música, assim como ler e escrever o nosso idioma, exige horas e anos de estudo e dedicação. Naturalmente, podemos nos comunicar verbalmente, criar poesia e inventar histórias sem saber ler e escrever. Da mesma forma, também podemos inventar música, cantar, fazer desafios e até mesmo tocar “de ouvido”, isto é, tentar reproduzir em um instrumento alguma música de nossa preferência ou alguma ideia musical que tenhamos inventado. Mas, sem dúvida, ao agir dessa forma, ficamos limitados aos nossos sentidos e à nossa memória. E, assim, desperdiçamos a riqueza musical que foi construída por vários artistas ao longo dos séculos.

domingo, 26 de agosto de 2012

Cuidados com o seu instrumento (Teclado)


Como sabemos, o instrumento, neste caso o teclado, possui em seu interior componentes eletrônicos muito frágeis, sensíveis a pancadas, umidade, curtos-circuitos, poeira etc.

Então, visando orientar o aluno, aqui vão algumas dicas que com certeza irão tornar a vida útil do seu instrumento mais longa.

Limpeza e Proteção
  • Use apenas uma flanela úmida com água para limpar a superfície do equipamento, evite que gotas d’água caiam dentro das teclas ou nos botões de controle.
  • Use um pincel fino ou aspirador de pó para limpar as teclas e entre os botões. O acúmulo de poeira pode prejudicar o funcionamento do teclado.
  • Proteja o teclado de ambientes muito úmidos ou com muita poeira.
  • Sempre que possível, cúbra-o com uma capa apropriada.
  • Evite manusear qualquer tipo de substancia líquida próximo do instrumento, lembre-se: líquido e teclado não combinam.
  • Proteja o teclado da luz do sol ou de ambientes quentes.
  • Evite pancadas, ao teclar faça-o com cuidado, pois, as teclas e os botões são frágeis.
  • Antes de ligar o teclado verifique se o transformador é indacado pelo fabricante e se o mesmo encontra-se na voltagem correta.
  • Ao desligar, retire o transformador da tomada, ou se for o caso, as pilhas.

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

A bendita ansiedade


Ansiedade, oh bendita ansiedade!

Ela nos fornece o combustível necessário para ler, pesquisar, treinar, etc. Todo iniciante sente essa tal ansiedade: quero tocar rápido e cada vez melhor. Ótimo, é assim que se deve pensar. Mas a tempo para tudo, lembre que estamos falado da primeira e mais sublime das artes, a mais complexa.

A música requer muito esforço, dedicação e paciência. Nenhum professor, método ou livro tem uma fórmula milagrosa que nos faça tocar da noite para o dia, você tem que ralar peito, bater pestana, queimar os dedos, caleja-los! Todo início é difícil e chato, mas nem todos sentem assim, alguns tomam esse processo por prazeroso.

Sempre me esforço para sempre suprir as dúvidas e as necessidades dos alunos, busco melhorar as explicações, as partituras, os instrumentos e a sala de aula. Procuro ler sobre teoria, reviso, repasso, revejo, viro e desviro tudo sempre buscando oferecer o melhor de mim. Tudo é em vão se o aluno não se esforça!
Uma vez estudante de música, meu prezado amigo, para sempre estundante de música. Isso não tem fim, e é justamente essa característica da música que me encanta, a infinitude...
A ansiedade é necessária, mas na medida certa! Procure seguir seu método, professor ou livro com muita paciência.

Eu Prof. Elvis Chaves, estudei 5 longos anos e ensino desde maio de 1998, hoje me considero um eterno discípulo e sempre que me olho no espelho vejo um ser apaixonado, amante desta arte tão bela e sublime.

Quer um conselho?
Se entregue à música e esqueça o tempo! Ela te guiará mansamente por essas estradas da vida.

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Registração.

O mercado de instrumentos eletrônicos cresce sem parar a cada dia, e as casas especializadas, vendem instrumentos cada vez mais sofisticados, tanto que hoje se tem teclados que imitam com impressionante fidelidade, os sons dos instrumentos.

Os programas instalados em cada modelo ou marca de teclado, contam com uma gama enorme de recursos, imitando assim as verdadeiras orquestras, porém com esses incontáveis be-nefícios, vem também a dificuldade de os interpretar.

Os manuais, que geralmente estão escritos de forma estritamente técnica, trazem ainda maior dificuldade ao jovem amador que vê neles, um verdadeiro pesadelo na tentativa de decifrá-lo (Ler).

Função STYLE, RHITHM ou BEAT:

            Você já deve ter percebido que só em apertar uma tecla do setor destinado à mão esquer-da, pode-se acionar uma bela orquestra ou banda que tem uma complexa bateria e uma série de instrumentos perfeitamente combinados entre os quais se inclui o contrabaixo, os violinos (Strings), pianos, trompetes, flautas, etc.
         
Mas como isso funciona?

Os engenheiros programadores, têm um conhecimento bastante profundo de como funciona uma orquestra de verdade. Sabem também com os mínimos detalhes todo o referente à teoria musical e a harmonia. Assim, eles projetam sobre a base de um determinado acorde (por exemplo: o acorde de “C”), e sobre um determinado ritmo (por exemplo: um bolero), um complexo trabalho instrumental que deve dar a sensação de se estar ouvindo ao mesmo tempo todos esses instrumentos, cada um em perfeita harmonia com os outros.

RITMO: Bolero
TOM: C
COMPASSO: 4 tempos
Agora o interessante é que todo esse arranjo é acionado ao apertar as três teclas correspondentes ao acorde que você informar na Área de Auto Acompanhamento pela sua mão esquerda, e enquanto você não mudar de acorde, esse conjunto de notas se repetirá uma vez atrás da outra, sem parar, até você mudar de acorde.

Quando você realizar uma mudança de acorde, (lembramos que acorde é o conjunto de notas a serem tocadas pela mão esquerda), o arranjo será transportado automaticamente aos sons do acorde novo, ou seja, o som das notas mudará fazendo com a música que está se tocando, um belo arranjo musical.

Por isso, se você prestar a atenção, no setor destinado aos estilos (Style), está escrita uma longa listagem de ritmos, e você com um deles, selecionará a característica da música que vai interpretar. Aconselho não acionar o Style “Waltz” (Valsa) para tocar um “tango”, pois a valsa tem 3 tempos por compasso, e o tango 4. Caso não exista o Style “Tango”, você pode acionar qualquer outro que tenha 4 tempos. A maioria dos ritmos programados nos teclados arranjadores têm 4 tempos.

Existem quatro características básicas nos estilos:
  1. Os que têm compasso 2/4. (Forró, Marchas, Sambas etc).
  2. Os que têm compasso 3/4. (Valsas, Guaranias, Rasqueado etc).
  3. Os que têm compasso 4/4. (Baladas, Boleros, Rumbas etc).
  4. Os que têm compasso 6/8. (Slow Rock, 6/8Blues etc).
Deduzimos então que, para se escolher um Style, você deve observar em que compasso a partitura foi escrita e assim escolher um Style que tenha a mesma pulsação por compasso.

O Style (Estilo) seleciona o ritmo de dança você vai tocar. Para isso, seja qual for o modelo ou a marca do instrumento que você tem, deve ir até botão de Style, e logo após pressioná-lo, escolher na listagem o ritmo desejado através do setor aonde se encontram os números, digitar o número do estilo escolhido, e pronto.

Existem muitas marcas e modelos de arranjadores, e cada uma tende a se caracterizar de forma diferente, mas uma coisa existe em comum a todas elas: que os ritmos são universais, e você poderá acioná-los só em pressionar o botão certo.

A palavra Style, é a mais usada para trabalhar nessa área de orquestração para a mão es-querda, mas existe algumas marcas e modelos de arranjadores que usam outras nomenclaturas:

CASIO, ROLAND, KORG = RITHM ou BEAT
YAMAHA = STYLE

Função VOICE (Timbres)

Ao tocar Teclado Arranjador, pode-se fazer uma tecla produzir muitos sons diferentes. Fa-zer a escolha desses sons faz parte do processo de registração. Para fazer isso, o tecladista faz uso da função Voice, que possui geralmente os timbres classificados em várias categorias de sons:

Principais Categorias de VOICE
PIANO
E. PIANO
STRINGS
GUITAR&BASS
SAXOPHONE
FLUTE&WOODWIND
ORGAN
TRUMPET
BRASS
ACCORDION&HARMONICA
CHOIR & PAD
SYNTH. & FX
PERCUSSION
DRUM KIT

Principais Categorias de STYLE
POP&ROCK
BALLAD
DANCE
SWING&JAZZ
R&B
COUNTRY
LATIN
BALLROOM
MOVIE&SHOW
ENTERTAINER
WORLD

IMPORTANTE: Estas categorias são muito comuns nos modelos da marca Yamaha, podendo sofrer alterações em modelos diferentes ou de outras marcas.

Escolha dos registros do teclado arranjador

Para aprender que sons o teclado pode reproduzir, toque a mesma tecla diversas vezes, escolhendo um registro diferente de cada vez. Escute cada som cuidadosamente. Você pode também pedir a outra pessoa que toque enquanto você escuta o som produzido por cada registro.

Após familiarizar-se com os sons disponíveis, você estará pronto para começar a combinar os registros a fim de criar as registrações adequadas no teclado. Você pode principiar combinando os registros de uma mesma categoria de sons e escutando os resultados. A seguir, faca experiências combinando outros registros.

Todo teclado eletrônico, basicamente os de linha residencial são cheios de funções que servem para abrilhantar a execução da melodia. Existem vários fabricantes e vários modelos, o que pode variar muito em termo de funções de um instrumento para outro. Existe uma grande diferença entre Teclado Eletrônico e Sintetizador. Os sintetizadores são instrumentos semelhantes aos arranjadores, porém com uma gama maior de efeitos e programações, sendo mais utilizados por orquestras e bandas, pois têm seus timbres mais definidos e não possuem acompanhamento automático, ao passo que os arranjadores possuem uma orquestração (Acompanhamento Automático) onde o executante não precisa ter o resto da banda para acompanhá-lo e são mais acessíveis ao público de um modo geral.

Principais Funções dos Teclados Arranjadores

Voice: São os timbres dos instrumentos disponíveis para o executante escolher (Piano, Guitar, Orgão, Strings, Flute, Saxfone, Pad, Organ etc.).

Style: São os vários ritmos utilizados para a execução musical (Waltz, Pop & Rock, Bolero, Begui-ne, Guarania, Forró, Baião, Bossa, Samba, etc.).

Tempo: Regula a velocidade com que a música vai ser executada.

Transpose: Em alguns teclados é possível fazer o trasporte aumentando ou diminuindo a tonalidade no próprio teclado sem alterar as notas e sem alterar a formação dos acordes; isso não é aconselhável. Procure conhecer todos os acordes e todos os tons, para não ser pego de surpresa. Toque consciente!  Usa-se para transposição musical (se o tom da música é Dó, e você usa transpose + 1, mudou o tom para Dó#, mesmo a melodia sendo executada em Dó).

Accompanniment (ACMP): Acompanhamento automático, é ele quem dá vida a execução, acrescentado a orquestra quando da modulação dos acordes (uso da mão esquerda), também pode aparecer como FINGERED, SINGLEFINGER ou CHORD.

Fingered: O mesmo que Accompanniment. Ativa ou Desativa o reconhecimentos de acordes.

Singlefinger: Acompanhamento com um dedo só.

Start/Stop: Inicia ou para a reprodução do auto acompanhamento.

Sync Start: Sincroniza o início da reprodução do auto acompanhamento ao toque de um acorde na região destinada aos mesmos.

Intro/Ending: Executa um arranjo para introdução ou finalização do auto acompanhamento.

Dual: Aciona outro timbre (voice) em uníssono com o timbre principal. Dois instrumentos são to-cados ao mesmo tempo ao toque de apenas uma tecla.

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Se organize.

Certa vez, um professor (Augusto Simões), me disse o seguinte: "Assim como estão os seus papeis, igualmente estará sua cabeça".

Um dos meus segredos é sempre manter minha "partiturada" em ordem, procuro catalogar, classificar como fácil ou difícil etc. Andei observando os alunos e percebi que alguns não têm um hábito organização, isso acaba por desmotivar os ensaio, só de pensar em procurar os exercícios a gente já desiste do ensaio.
 
Deixe seu material pronto para ser utilizado, seu instrumento sempre limpo, montado e pronto para apenas ligar e usar. Hoje, tempo é ouro, e quanto mais você otimizar seus afazeres, mas eficiente será seu tempo.

Procurem se organizar e manter uma rotina de leitura, revisão e ensaios das músicas e das suas lições de teoria.
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