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domingo, 2 de outubro de 2016

Conhecendo os instrumentos musicais


Instrumentos musicais são objetos, máquinas, construídas com o propósito de produzir música. Os vários tipos de instrumentos podem ser classificados de diversas formas, sendo uma das mais comuns, a divisão de acordo com a forma pela qual o som é produzido. O estudo dos instrumentos musicais designa-se por organologia. Não se sabe exatamente a data e a origem do primeiro instrumento musical.

A organologia é a disciplina que trata da descrição e da classificação de qualquer instrumento musical, tendo em conta o material empregue, a forma, a qualidade do som produzido, o timbre, o modo de execução, entre outros.

A organologia também procura classificar os instrumentos de acordo com suas semelhanças de forma física, articulação do som e timbre em “famílias” instrumentais. Por exemplo, por suas semelhanças físicas, sonoras e de articulação, os violinos, violas, violoncelos e contra baixos são participantes da família das “cordas friccionadas” pois sua fonte sonora é a mesma — tradicionalmente, a fricção das cordas dos instrumentos com o arco, e suas tessituras diferentes se completam criando uma grande tessitura geral da família, semelhante ao que acontece em um quarteto de flautas doces (soprano, contralto, tenor e baixo).

Instrumentista é aquele músico que toca algum instrumento. Observação: Pode soar estranho mas, na verdade, nem todo músico é um instrumentista (também chamado de concertista, na música erudita). Alguns músicos seguem uma carreira sem tocar instrumento algum, como a de: Bibliotecário; Terapia Musical; Engenheiro de Som; Produtor Musical; Historiador; Educação Musical; Direito Musical; Jornalismo em Música; Empresário Musical; Disc ou Video Jockey; Diretor de Programação; Designer de Software ou Hardware de Música; Musicologia; Musicografia; até mesmo o Compositor pode saber tudo sobre os instrumentos, mas não tocar nada; Estes não são intérpretes, mas os maiores estudiosos acadêmicos do campo de Música, noutras especializações.

Instrumentos harmônicos: são aqueles instrumentos que são capazes de executar várias notas ao mesmo tempo, notas simultâneas. (Acordes).

Instrumentos melódicos: são os instrumentos que não produzem acordes, tocam apenas notas sucessivas.

Instrumentos acústicos: são aqueles instrumentos que produzem o seu próprio timbre.

Instrumentos não acústicos: são instrumentos que reproduzem o som por meio de recurso de gravação ou geração de timbre (MIDI e o Gerador de tons presente nos teclado eletrônicos).

Os instrumentos musicais são classificados, à princípio, de acordo com a maneira como é produzido o som, em três grupos:

Instrumentos de corda: o som resulta da vibração de uma corda.
Ex.: Violino, violão, guitarra, piano e etc.
                  
Instrumentos de sopro: o som resulta da vibração do ar soprado em um tubo.
Ex.: Flauta, saxofone, oboé e etc.
              
Instrumentos de percussão: o som resulta de uma batida em uma superfície elástica.
Ex.: Tambor, pandeiro, bombo e etc.

E o teclado, a que grupo ele pertence?

Hoje em dia podemos afirmar que existe uma nova categoria de instrumentos: Os Instrumentos Eletrônicos ou Instrumentos Elétrico digitais.

O teclado eletrônico atual é um instrumento musical, eletrônico e digital, que, ao contrário dos outros, se moderniza constantemente na mesma velocidade dos computadores. Na realidade, ele é um computador. Utiliza praticamente memórias, microprocessadores, circuitos e softwares (Sistemas Operacionais) equivalentes.

É um instrumento completo e bem complexo. Pode reproduzir a sonoridade de toda uma orquestra, além dos timbres dos instrumentos conhecidos: piano, violino, flauta, saxofone, etc. Com ele é possível criar sons sintetizados de instrumentos que não existem.

Os modelos mais avançados permitem gravar digitalmente no próprio teclado. Podemos classificar os teclados em amadores e profissionais. Uma das diferenças básicas entre um e outro se descobre na prática, ao se adquirir um teclado novo: “o preço”.

Os teclados profissionais são bem mais caros, porém são mais completos e custam duas vezes mais que os amadores. Geralmente, os profissionais possuem os seguintes recursos:
  • Maior variedade e quantidade de timbres, ritmos, acompanhamentos, com a possibilidade de editá-los (alterá-los). Os teclados amadores não permitem alterações em seus parâmetros.
  • Melhor fidelidade de som e maior durabilidade.
  • Gravador digital. Os modelos mais completos permitem gravar no próprio teclado, com som digital, melodias inteiras ou todos os instrumentos de uma orquestra, um instrumento de cada vez em diferentes trilhas ou canais, para que possam ser reproduzidos em conjunto.
Os dados dos timbres são gravados num dispositivo eletrônico específico e podem ser acessados pelo tecladista através de um painel de botões.

O teclado é um tipo de “banco de timbres” capaz de imitar o som dos instrumentos com uma aproximação incrível, por esse motivo ele é o instrumento mais versátil e de um nível tecnológico muito mais avançado do que qualquer outro instrumento musical já criado pelo homem.


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