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quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Always with me.


 

domingo, 23 de outubro de 2016

Sistema métrico musical.

Vejamos agora como representar a duração de um som ou de uma pausa musical e como compreender pulsação, andamento, compassos e o ritmo como um todo através das indicações de uma partitura.

Métrica, em música, é a divisão de uma linha musical em compassos marcados por tempos fortes e fracos, representada na notação musical ocidental por um símbolo chamado de fórmula de compasso.

Todo mundo já ouviu música, e em algum momento na vida já batemos as palmas de nossas mãos ao ouvir uma música. Por isto, contar uma pulsação é exatamente onde nós temos que começar com a música (a pulsação). Sem compreender o ritmo, não existe ordem para fazer a música e nada colabora para que as coisas entrem no lugar certo em uma orquestra ou grupo musical.

Apesar de todas as outras partes da música serem muito importantes (afinação, melodia, harmonia e assim por diante), sem ritmo (pulsação constante e ordenada) nós não teremos uma música organizada.

Observando bem, tudo ao nosso redor tem um ritmo (um tipo de pulsação); como o motor de um carro, a respiração de bebês e o nosso próprio batimento cardíaco. Mas você não deve se preocupar, pois você não tem que ser perfeito como um relógio de pulso ou um metrônomo em suas atividades rotineiras, mas durante a execução de uma peça musical, a pulsação rígida e constante é fundamental para uma boa interpretação e, consequentemente, uma boa performance.

Para que possamos ler corretamente uma partitura musical, é preciso compreender antes, de uma forma mais aprofundada, os elementos relacionados ao tempo musical. 

O Tempo na música não se limita à definição de um ritmo e um andamento. É possível ter uma melodia muito rápida dentro de um andamento muito lento ou, ao contrário, uma melodia muito lenta dentro de um andamento muito rápido. A sensação de velocidade e de passagem do tempo quando ouvimos uma música é muito subjetiva. Certas músicas parecem ser longas com três minutos de duração e outras parecem curtas. 

Pouco a pouco vamos passar por cada conceito relacionado ao tempo. Desta forma vamos aprender a ler e escrever uma partitura e conseguir abstrair deste registro escrito, uma interpretação musical consistente, que não se limita a uma simples reprodução de notas, pois inclui aquelas questões que atribuem sentido e emoção a uma interpretação musical.

Elementos básicos da métrica musical

Pulso: equivalente a uma batida (Beat).

Correspondente a uma batida, conhecida na música como Unidade do Tempo. Um relógio é um bom exemplo. A cada minuto o ponteiro de segundos se movimenta (pulsa) 60 vezes. Ou seja, sessenta batimentos regulares a cada minuto. Se você acelerar ou desacelerar a mão para a próxima batida, então você está mudando o ritmo da batida, aí teremos uma pulsação irregular e fora de ritmo.

Cada música nos diz como devemos tocar e qual vai ser a duração de cada pulsação e a velocidade do andamento. 

Pulsação: Como sabemos, a música é organizada no tempo sobre uma pulsação. O pulso musical é o elemento primordial para o domínio do universo rítmico. É a referência constante de um pulso implícito que nos permite sincronizar os vários elementos de um arranjo e é a sensação do pulso que faz nosso corpo reagir à música e se mover com ela quando tocamos, dançamos ou simplesmente batemos o pé junto com a pulsação musical sem perceber. Para tocar no ritmo, é preciso sentir a pulsação musical.

A pulsação é uma série de repetições (batidas), pulsações constantes que divide o tempo em tamanhos iguais. Cada pulsação também é chamada de batida ou pulso  (Beat), mas usaremos sempre o termo pulsação.

Quando falamos de pulsação, associamos imediatamente este termo ao bater regular do nosso coração, ou seja, ao seu ritmo. A nossa pulsação não é sempre a mesma mas mantém uma regularidade. De fato, quando estamos em repouso o nosso coração bate de uma determinada maneira, a que chamamos ritmo normal. Pelo contrário, se fizermos um esforço físico, a nossa pulsação aumenta, pois o coração bate mais depressa.

Tal como sucede com o nosso corpo em que há uma relação entre o esforço que fazemos e o bater do coração, também na música existe uma relação direta entre aquilo a que chamamos velocidade da música e a sua pulsação que, embora regular, poderá ser mais rápida ou mais lenta.

Tempo: é a unidade de medida da duração de um som. É a taxa ou a velocidade da batida. Na terminologia musical, tempo é o nome dado à pulsação básica subjacente de uma composição musical qualquer. Cada “clique” do metrônomo corresponde a um tempo ou pulso. Os tempos se agrupam em valores iguais e fixam-se dentro de divisões das pautas musicais conhecidas co-mo compassos.

Os tempos, em música, estão diretamente relacionados com a pulsação da música, e não ao som em si; por esse motivo, uma pausa temporal numa partitura também possui a sensação e o valor de duração de tempo e, por isso, é considerada um tempo, ou parte da unidade do tempo.

Ritmo: do grego rhuthmós (movimento regular), designa aquilo que flui, que se move, movimento regulado. Como tido acima, o ritmo está inserido em tudo nas nossas vidas. É a marcação do tempo de uma música. Assim como o relógio marca as horas, o ritmo nos diz como acompanhar ou executar a música ou as notas de uma frase musical. É o ritmo que distribui as notas e as pausas nos tempos dentro de um compasso. O ritmo musical é o resultado da combinação das durações dos sons e pausas musicais com a variação de intensidades com a qual o músico toca estas durações.

Andamento: É a velocidade execução e consequente repetição da pulsação, podendo acelerar ou retardar o tempo entre um pulso e outro.

Compasso: É uma forma de dividir quantitativamente em grupos os sons de uma composição musical, com base em pulsos e repousos.

Quando se ouve uma música, o ritmo mantém-se, mas sente-se uma pulsação mais acentuada em intervalos regulares a cada duas batida, três batidas ou a cada quatro batidas. A estas maneiras de agrupar os tempos chamamos compasso.

Os pulsos musicais podem ser organizados em grupos que chamamos de compassos. Esta divisão dos compassos pode ser feita de várias formas e as mais comuns são os compassos de dois tempos ou binários (como no samba), três tempos ou ternários (como nas valsas e guarânias) e quatro tempos ou quaternário (como no rock 'n roll e a maioria dos estilos mais populares). Na partitura, essa divisão dos compassos é sinalizada pelo uso de linhas verticais que dividem a pauta de acordo com o tipo específico de compasso. Essas linhas são chamadas de “Barra de compasso”.

Os compassos facilitam a execução musical, ao definir a unidade de tempo, o pulso e o ritmo da composição ou de partes dela. O compasso pode ter:
  • 2 tempos – Compasso Binário
  • 3 tempos – Compasso Ternário
  • 4 tempos – Compasso Quaternário
  • 5 tempos – Compasso Quinário
  • 7 tempos – Compasso Setenário
  • Compasso Binário - 1º tempo forte, 2º tempo fraco.
A marcação é feita da seguinte forma: 1 2 |1 2 |1 2 |1 2 |
  • Compasso Ternário - 1º tempo forte, 2ºe 3º tempos fracos.
A marcação é feita da seguinte forma: 1 2 3 |1 2 3 |1 2 3 |1 2 3 |
  • Compasso Quaternário - 1º tempo forte, 3º tempo meio-forte, 2º e 4º tempos fracos.
A marcação é feita da seguinte forma: 1 2 3 4 |1 2 3 4 |1 2 3 4 |1 2 3 4 |
  • Compasso Quinário - é considerado como equivalente à soma de um compasso ternário + um compasso binário ou compasso binário + um compasso ternário.
  • Compasso Setenário - é considerado como equivalente à soma de um compasso quaternário + um compasso ternário ou compasso ternário + um compasso quaternário.
Esses elementos organizam, independentemente de ritmo ou de qualquer outra propriedade da música ou do som, o acontecimento sonoro, ou seja, o espaço entre um som musical (seja qual for) e o próximo som musical ou ausência dele (Pausa ou silêncio). Eles definem quando a música começa a existir e quando ela se encerra.

Acidentes ou sinais de alteração.

Os acidentes ou sinais de alteração são símbolos utilizados na notação musical para modificar a altura da nota.

São sinais extremamente importantes para a linguagem musical, servem para modificar a altura de uma nota sem mudar seu nome. Servem para elevar ou baixar a altura de um tom ou semitom. Na escrita musical, os acidentes sempre são colocados na frente da nota.

Essas alterações são indicadas pelos sinais de alteração, também chamados de acidentes. São cinco tipos, vejamos quais: Dobrado bemol, Bemol, Bequadro, Sustenido e Dobrado sustenido.

Dobrado Bemol ou Duplo Bemol: Abaixa a altura da nota que se segue em um tom (dois semitons) em relação à sua altura natural.


Bemol: Abaixa a altura da nota que se segue em um semitom. Toca-se a nota mais próxima à esquerda, em outras palavras, é nota será abaixada em um Semitom.


Sustenido: Eleva a altura da nota que se segue em um semitom. Toca-se a nota mais próxima à direita, em outras palavras, é nota será elevada em um Semitom.


Dobrado Sustenido ou Duplo Sustenido: Eleva a altura da nota que se segue em um tom (dois semitons) em relação à sua altura natural.

Bequadro: Na notação musical, um bequadro anula qualquer um dos acidentes (sustenido, dobrado sustenido, bemol ou dobrado bemol), fazendo a nota voltar à sua altura original. Em outras palavras, cancela qualquer acidente prévio na mesma nota e em todas as notas de mesmo de mesma altura existentes dentro do mesmo compasso.

Usando-se um sustenido ou bemol, também se anula o dobrado sustenido ou dobrado bemol.




Em resumo:


Alterações ascendentes e descendentes

As Alterações Ascendentes são o sustenido e o dobrado sustenido.


As Alterações Descendentes são o bemol e o dobrado bemol.


Quando a primeira nota está alterada com sustenido e a segunda com dobrado sustenido, a última é elevada somente meio tom, pois um acidente anula sempre o anterior.


Assim, também quando a primeira nota está bemolizada, o efeito do dobrado bemol é de apenas 1 semitom descendente.


O bequadro, além de fazer a nota voltar ao seu estado natural, tem ainda duas funções: após o sustenido ou o dobrado sustenido, ele é uma alteração descendente. Depois do bemol ou do dobrado bemol, o efeito é ascendente. Isso, claro, apenas porque ele anula o acidente em ação e faz com que a nota volte ao seu estado natural.


O bemol também terá efeito ascendente, quando colocado depois de um dobrado bemol.


O sustenido terá efeito descendente, quando colocado depois de um dobrado sustenido.


Emprego dos acidentes

Os sinais de alteração podem ser empregados de três maneiras: fixos, ocorrentes e de precaução.

Acidentes Fixos – São colocados junto à clave e seu efeito atinge todas as notas de mesmo nome.
Dizemos que estes acidentes constituem a “armadura da clave”, ou seja, são colocados sempre após o sinal da clave e antes da fórmula de compasso. Indica que todas as notas constantes na armadura da clave serão alteradas do início ao fim da música.

Os acidentes fixos seguem sempre a mesma ordem de aparecimento. A este conjunto de acidentes fixos chamamos Armadura de Clave.


Acidentes Ocorrentes – São colocados no decorrer de um trecho musical e seu efeito atinge somente as notas de mesmo nome que estiverem dentro do mesmo compasso após o acidente.

São acidentes que aparecem no decorrer de um trecho musical. Indica que APENAS naquele compasso haverá uma modificação de altura que não foi prevista na armadura da clave.


O efeito dos acidentes ocorrentes só atinge o compasso seguinte quando a nota alterada estiver unida por ligadura à primeira nota do compasso seguinte, desde que ambas sejam de mesma altura.


Acidente de PrecauçãoÉ usado apenas para evitar um provável erro de leitura por parte do intérprete.



Notas enarmônicas

São chamadas de enarmônicas as notas, escalas ou acordes que possuam nomes diferentes (escritas diferentes), mas a mesma frequência sonora (mesmo som, mesma altura ou mesma afinação). Por exemplo: (G#) Sol sustenido e (Ab) Lá bemol são notas enarmônicas. Observe:





Nos instrumentos de afinação fixa, como o piano, as notas têm a mesma altura e são tocadas na mesma tecla. Nos instrumentos de afinação mutável, como o trompete, duas notas enarmônicas não têm rigorosamente a mesma altura, pois há uma diferença quase imperceptível entre elas. Essa diferença chama-se coma.

Tom e semitom.

Cada nota musical é separada uma da outra por um valor específico de meio tom (Semi-tom) e essa separação constitui o menor intervalo (distância) usado em música, ou seja, é quando entre dois sons (teclas) não existe nenhum outro som (tecla). Já o Tom, é a soma de dois semitons, ou melhor, é quando entre dois sons (teclas) existe um outro som (tecla).
  • Quando se aumenta qualquer tom em um semitom, encontra-se um tom sustenido.
  • Quando se diminui qualquer tom em um semitom, encontra-se um tom bemol.
Observe:

 st | st  st | st Mi st  st | st Sol st | st Lá st | st Si st 




Os semitons podem ser classificados como cromáticos ou diatônicos. Para tanto, apenas verifique se o nome das notas é o mesmo ou não. Se o semitom é formado por duas notas com mesmo nome, o chamamos de semitom cromático. Se o semitom ocorre entre duas notas de no-mes diferentes, então se trata de um semitom diatônico. O exemplo abaixo mostra diferentes formas de semitons:


Observe o quarto e quinto casos do exemplo acima. Em ambos os casos, a segunda nota se refere à mesma tecla do piano. Duas notas que possuem o mesmo som (neste caso, dó e si suste-nido), mas estão escritas de maneira diferente, são chamadas de notas enarmônicas.

sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Carinhoso.




quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Canto de um povo de um lugar.


domingo, 16 de outubro de 2016

É preciso sonhar.

Todo músico precisa sonhar. Uma das características da música é que ela cria em nós, músicos, a vontade de expressar sentimentos. Quem começa a tocar um instrumento logo pensa em estar numa banda, compor suas próprias músicas, gravar um CD ou coisa semelhante. Mesmo quem não tem um projeto ainda sistematizado quer ser um músico habilidoso.

Mas todos têm projetos, o músico principalmente. Projetar o futuro é mais que necessário, e lutar para alcançá-lo é questão de honra. Algumas verdades, porém, devemos ter em mente: o tempo não espera. Quem perde o “trem” da história pode ver, tristemente, seus sonhos se esvaindo. Constrói-se uma casa primeiramente na ideia, para depois colocá-la no papel, só depois é que se vai “colocar a mão na massa”.

Os projetos, em termos musicais, não se realizam de uma hora para outra. É preciso tempo, porque ninguém dorme bruto e acorda músico. A música exige disciplina, treino e repetições enfadonhas. Música é harmonia e não se consegue harmonizar sem relacionar notas, letras, ritmos e outros elementos indispensáveis.

Para quem está começando a carreira musical, deixo o meu exemplo de pessoa obstinada pela música. Desde cedo, coloquei no meu coração ser músico e, por esse ideal, tenho lutado investindo grande parte da minha vida. Não que tenha chegado à condição de músico excelente, mas meu projeto, em sua maioria, está plenamente realizado.

Meu incentivo é que você, estudante ou aprendiz, continue projetando e realizando, mesmo em condições precárias ou desfavoráveis, e esteja certo de que a música é um projeto maravilhoso para humanidade. Só a música consegue comunicar verdades que outras formas de expressão não dão conta.

A escrita e a leitura musical podem parecer, para o aluno iniciante, algo extremamente complicado. Porém se aprendermos corretamente as regras da grafia musical, descobriremos que estas são embasadas em conceitos simples e de fácil assimilação.

Quanto mais o aluno estudar, mais perceberá que o complicado é adquirir um hábito de leitura e escrita. Por isso este assunto está colocado já no início do curso, com o intuito de criar esse hábito desde o começo da instrução musical.

Trace metas e esforce-se para alcançá-las. Ao concluir este curso, continue a estudar e treinar. Treine as partituras do curso até dominar completamente a maior parte delas; a seguir, prossiga com o um repertório próprio. Algumas partituras são mais fáceis de tocar do que outras. Você estará em constante evolução mesmo que toque os arranjos mais simples.

Antes de começar o Curso de Teclado, imagine por alguns momentos que já o concluiu, imagine-se um tecladista solista bem sucedido, tendo aprendido todos os conceitos e técnicas necessários para torna-lo um bom musico. Imagine-se em seu instrumento enquanto as pessoas ouvem atentamente. Você está confiante e seguro de si ao tocar. Você toca suavemente e as pessoas se agradam disso.  Esta imagem pode tornar-se realidade quando você se esforçar para atingi-la. Você encontrara alegria ao partilhar seus novos talentos.

Clave.

Geralmente se posiciona uma clave no início de uma pauta. A clave é um símbolo que indica qual altura musical será representada por cada linha ou espaço. Existem três claves: a clave de sol, a clave de fá e a clave de dó.



Agora, tente memorizar

A posição da nota no pentagrama indica a altura do som, da seguinte maneira:


  • As notas musicais na partitura indicam quais notas devem ser tocadas no teclado.
  • As notas que sobem na pauta indicam que serão tocadas movendo-se para a direita no teclado.
  • As notas que descem na pauta indicam uma sequência de teclas movendo-se para a esquerda do teclado.
  • As notas podem ser escritas em qualquer sequência: subindo, descendo, mudando de direção ou repetindo-se.

Há em música, notas mais agudas ou mais graves do que aquelas que são suportadas pelo pentagrama. Para que possamos escrevê-las, acrescentamos as linhas suplementares superiores e inferiores.



As linhas e os espaços suplementares são numerados a partir do pentagrama.

Para notas muito agudas que exigiriam uso constante de linhas suplementares, utilizamos o sinal de “8va” acima ou abaixo do trecho que deve ser oitavado, modificando o registro da nota escrita como exemplificado abaixo:


Como já vimos antes, para que as notas recebam nome no pentagrama, é necessária a Clave.

Mais o que é Clave?

Clave é o sinal que se escreve no início do pentagrama e tem como finalidade indicar uma determinada nota em alguma linha para que daí possamos então saber o nome das outras notas da pauta. Existem em música três tipos de clave:

A Clave de Sol é escrita a partir da Segunda linha (Indica o Sol3 do teclado na linha 2). Esta Clave é destina a instrumentos e vozes agudas, como por exemplo: Guitarra, Saxofone, Flauta, Violino, Clarinete, Violão, Voz Soprano Etc. Há muito tempo atrás, ERA ESCRITA TAMBÉM NA PRIMEIRA LINHA;

A Clave de Fá pode ser escrita a partir da Primeira, Segunda, Terceira e Quarta linha (Indica o Fá2 do teclado nas linhas 1, 2, 3 ou 4). Esta foi utilizada por muito tempo pela bateria, e atualmente é usada por instrumentos e vozes graves, como por exemplo: Trombone, Fagote, Contrabaixo Acústico e Elétrico, Tuba, Bombardino, vozes Barítono e Baixo etc.

A Clave de Dó pode ser escrita a partir da Terceira ou Quarta linha (Indica o Fá2 do teclado nas linhas 3 ou 4). Também conhecida por Meso Clave é utilizada por instrumentos e vozes médias. Esta tem uma característica interessante que é o fato de ser utilizada pela Viola, mas o Trombone por exemplo, em alguns casos e em passagens mais agudas, também se utiliza dessa Clave.

Cada clave se posiciona sobre uma linha específica. O nome da clave indica a altura da nota que se encontra sobre esta linha. A clave de sol é sempre colocada sobre a segunda linha e define o 1º sol acima do dó central; a clave de fá pode ser posicionada sobre a terceira ou quarta linhas e define o 1º fá abaixo do dó central; a clave de dó pode ser posicionada sobre qualquer linha e define a posição do dó central.

As claves de uso mais comuns são: a clave de sol na segunda linha, a clave de fá na quarta linha, e a clave de dó na terceira e quarta linhas. Estas possibilidades estão representadas no exemplo a seguir. O nome das notas em maiúsculas indica a nota da linha sobre a qual a clave está posicionada.



A clave é o sinal que nos serve de referencia, sem ela as linhas e os espaços da pauta não ganharão os nomes das notas. Uma pauta sem clave não pode ser lida. A linha que receber uma clave, também receberá o nome da nota que a clave representa, por exemplo: A Clave de Sol na 2ª linha determina a posição da nota Sol3 na 2ª linha e, portanto, tendo-se esta, conhece-se as demais. Portanto, ao se iniciar a leitura de uma música, a primeira coisa que devemos observar é: Em que clave a melodia está escrita? Para só então se começar a interpretação.
Observe a figura seguinte, ela nos dá a posição exata das notas chave que as claves indicam no instrumento:


Partitura para teclado arranjador.


As notas musicais são escritas numa Pauta, Partitura ou Pentagrama. Isso torna possível saber que teclas tocar sem ter que escrever o nome da nota para cada tecla.

A pauta é um tipo de gráfico e tem 5 linhas e 4 espaços horizontais. Sua aparência e a seguinte:


As linhas e os espaços são sempre numerados de baixo para cima (1ª linha até 5ª linha), assim como os espaços formados entre as linhas (1º ao 4º espaço).


Os símbolos que representam a altura das notas podem ser colocados tanto sobre as linhas quanto sobre os espaços. Quanto mais para cima a posição da nota na pauta, mais agudo será o som que representa. O exemplo abaixo mostra uma nota sobre o terceiro espaço e uma nota sobre a segunda linha. A primeira nota se encontra em uma posição mais acima do que a segunda, portanto a altura que representa é mais aguda que a da segunda nota.


Aprender a localização das notas nas linhas e nos espaços do pentagrama é fundamental para um bom aprendizado.







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