Escola

CLIQUE AQUI PARA VISITAR O NOSSO SITE OFICIAL

Endereço e contatos:

UNIDADE I - Rua. Tab. Eurydice de Barros Esteves, 156, Mangabeira I, João Pessoa, Paraíba 58055-450, Brasil

Contatos:
Oi (83)98740-2530 (WhatsApp)
Tim (83)99966-6875
Claro (83)99102-3221
Vivo (83)98101-7208

Sobre o fundador... Visite as redes sociais do Prof. Elvis Chaves...

E-mail: profelvischaves@yahoo.com.br
Blog
Site oficial
Facebook
Google+

YouTube

Use o GPS:


FAÇA SUA BUSCA NO BLOG AQUI

sexta-feira, 26 de maio de 2017

Anacruse e compassos incompletos.

Muitas vezes as partituras iniciam com tempos incompletos. Isso ocorre porque muitas músicas não começam exatamente no tempo forte. Neste casos, o primeiro compasso pode ser classificado de duas formas:

Compasso Acéfalo (ou “decapitado”): é um compasso onde as notas ocupam mais da metade dos tempos do compasso binário ou quaternário, ou mais de dois terços do ternário. Nestes casos, deve-se completar a escrita do primeiro compasso com pausas. No exemplo a seguir, o primeiro tempo forte a ser executado está na nota Fá, após a barra dupla.
Compasso Anacrústico (ou “protético”): é um compasso onde as notas ocupam menos da metade dos tempos do compasso binário ou quaternário, ou menos de dois terços do ternário. É também denominado, simplesmente, Anacruse. Nestes casos, não é necessário completar as pausas iniciais. O compasso Anacrústico deve ser seguido de barra dupla e, na contagem dos compassos é considerado o compasso zero.


Em muitas peças clássicas é comum encontrar trechos com ritornello onde as finais têm tempos a menos. Geralmente, esses tempos que faltam estão exatamente na Anacruse do início ou da continuidade da música.


Os tempos que faltam no compasso anacrústico devem ser compeçados no último compasso da partitura.

Observação importante

Compasso Tético ou Completo: Quando em uma partitura o primeiro compasso inicia em tempo forte, ou seja, na cabeça do primeiro tempo, o mesmo é classificado como Compasso Tético.

Fonte: Teoria Musical - Lições Essências - Luciano Alves

Veja também:

https://pt.wikipedia.org/wiki/Anacruse

A mesa santa que preparamos.





quinta-feira, 25 de maio de 2017

Pequena canção.


Carneirinho, carneirão.


terça-feira, 23 de maio de 2017

A técnica.

Todo instrumentista precisa ter muito cuidado com a técnica. A postura dos dedos, o local do posicionamento, a ordem e a velocidade nas execuções são imprescindíveis para o desenvolvimento técnico do aluno. Tocar, digitar ou prender bem as cordas são exercícios que ajudam na eliminação de vícios que levam sempre ao erro. Não adianta uma boa prática sem uma boa técnica. Com o decorrer dos anos, os próprios dedos vão se sentindo limitados durante a execução. Por isso, tocar nas teclas/cordas certas com os dedos certos só beneficiará o aluno. Se você tem vícios, é preciso corrigi-los, para isso, muita força de vontade e um bom professor são indispensáveis.

domingo, 21 de maio de 2017

Quien sera - Sway.




Minha primeira partitura - Parte 1 e Parte 2.



Vocação Musical: É preciso ter vocação (ou dom) para tocar?

Normalmente o iniciante começa muito empolgado a estudar, aí ele encontra muitas dificuldades, como coordenação das mãos ou dificuldade em entender a escrita musical, e logo ele se pergunta: será que esse negócio de música não é somente para quem tem vocação ou um dom? Acho que você já sabe metade da resposta para essa pergunta e neste vídeo vou te apresentar a metade da resposta que você ainda não conhece.

Você já deve ter ouvido falar, ou até conhece algum amigo ou tem algum parente, que demonstrou um talento inato para a música: Aquela pessoa que ouviu uma música e sem nenhum treinamento conseguiu tocar em algum instrumento, como o piano ou um violão.

Na história da música temos alguns nomes famosos que tinham essa vocação desde pequenos: como Mozart, Schubert e Beethoven.

Agora, o que você já deve saber é que essa vocação sem dedicação aos estudos é muito limitada.

Em qualquer arte, de música até desenho, uma pessoa que não apresenta essa vocação inicial pode avançar mais no domínio da arte do que uma pessoa talentosa que, por preguiça ou por vaidade, não se dedica aos estudos.

Acho que isso você já deve estar até cansado de ouvir mensagens motivacionais por aí, dizendo que o talento sem esforço é um desperdício.

O que você não deve saber é que existe o que eu chamo de "os 3 pilares de um aprendizado saudável de piano".

E, olha, já te adianto que o talento não faz parte desses pilares.

O 1º pilar é muito óbvio, que é possuir o instrumento para você estudar. Muitos iniciantes desistem porque não enxergam avanço no aprendizado simplesmente porque só estudam quando vão à escola de música.

O 2º pilar é o esforço e a continuidade nos estudos aliado a resiliência, que é a capacidade de superar e de se recuperar ao passar por dificuldades.

O 3º pilar é o mais difícil de encontrar hoje em dia, que é um bom professor. O que eu quero dizer com isso é que um bom instrumentista não faz um bom professor.

Então, se você está querendo aprender piano, fique atento a esses 3 pilares e não pense em desistir quando as dificuldades aparecerem.

Texto: Felipe Scagliusi.

Como vencer a preguiça para estudar piano ou teclado?


Como resolver o vício de seguir o dedilhado e não a nota na partitura?

Quando começa a aprender a ler e executar partituras, com aquelas pecinhas bem simples, é muito normal o iniciante ao piano seguir apenas a numeração dos dedos, ao invés da altura de nota que está na partitura.

Neste começo isso pode não fazer diferença, já que os dedos são dispostos de modo a sempre estarem na tecla certa.

Mas logo isso se torna um problema, pois rapidamente os dedilhados não correspondem mais a posição em que está o dedo no momento.

Então é preciso resolver esse vício logo no início.


Você já passou da idade de aprender a tocar piano?


Qual é a diferença entre teclado e piano?


Como controlar o nervosismo ao se apresentar no piano ou teclado?


Atenção ao ritmo!


Escuta Só: Ouvido Absoluto.


Preciso ter ouvido absoluto?


Os 3 tipos de memória necessários para aprender piano ou teclado.


Existe um repertório correto para os iniciantes ao piano?

Vídeo 1/30

Qual a ordem de assimilação dos elementos de uma partitura?

Vídeo 30/30

What can wash away my sin.




quinta-feira, 18 de maio de 2017

Infinite gratitude.




Afinal, musicista é o feminino de músico?



A resposta é não, Musicista, nada mais é que um apreciador ou amador de música. Especialista em música. Um músico. Nome aplicado também àqueles que professam a arte da música, compondo peças, tocando ou cantando ou àqueles que fazem parte de bandas, orquestras, etc.

quinta-feira, 11 de maio de 2017

Take my braeth away.



Plena graça.




sexta-feira, 5 de maio de 2017

Música é vida - Lições da música.


Segundo Aurélio, música “é a arte e ciência de combinar sons de maneira agradável aos ouvidos”; no entanto, penso que seria mais lógico dizer que ela é a arte de combinar sons e silêncio, já que o ser “agradável” a alguém pode variar de pessoa para pessoa. Mas, gostos à parte, o que muitas vezes não sabemos é que além dos discursos, sentimentos e vibrações, a música se parece tanto com nós humanos que a sua linguagem e recursos são freqüentemente usados na vida cotidiana. Pra tirar lições dela, se faz necessário reconhecer não só seus componentes básicos: ritmo, melodia e harmonia, mas outros elementos que são determinantes para uma boa execução.Por isso pensei na dinâmica e no fraseado como aspectos importantíssimos para uma peça musical bem tocada.

Vejamos o que cada item pode nos ensinar nos aspectos musicais e em nosso dia a dia.

RITMO: é a ordem das batidas, a acentuação dos sons e das pausas de maneira ordenada.

Em nossas vidas o ritmo está presente na forma pessoal de cada um desempenhar seu andar cadencial (cada um tem seu próprio ritmo), como também na velocidade do nosso dia-dia; há pessoas cujo ritmo de vida é bastante acentuado, estressante, e nesse caso, as pausas são bem vindas, pois nelas as forças devem ser renovadas pra que a “música da vida” não pare.

MELODIA: é a sucessão de sons musicais combinados gerando um sentido, ela pode ser agradável para uns e não para outros.

Em nossas vidas, os traços melódicos têm haver como a personalidade de cada um; melodias alegres, tristes, simples, complexas, contagiantes ou tensas, representam pessoas e seus discursos, ou seja, é o “solo musical da vida” que cada uma entoa no seu cotidiano.

HARMONIA: é a combinação de sons simultâneos gerando intervalos e acordes. É o conjunto de notas vibrando ao mesmo tempo num mesmo espaço auditivo.

Em nossas vidas, harmonia representa a capacidade de sociabilidade que cada um tem. É conviver em harmonia com o próximo escutando um tom que às vezes não lhe agrada ou estando num grupo de notas distintas da sua, e mesmo assim em meio a tanta dissonância, construir a unidade sonora produzindo uma bela peça musical é sinal de superação e capacidade de lidar com o diferente.Isso é que é viver em harmonia com os outros.

Quando esses três elementos estão bem resolvidos numa música, e cada instrumentista consegue dominá-los satisfatoriamente, chega-se à hora de compreender aspectos importantíssimos relacionados à execução da música (muitas vezes eles passam despercebidos até por músicos habilidosos):

DINÂMICA: é a capacidade e habilidade de lidar com as propriedades do som (altura, timbre, duração e intensidade) durante a execução de uma peça. Muitos músicos iniciantes ou inexperientes às vezes conhecem os ritmos, acordes, solos, mas não têm a mínima noção dos momentos baixos e altos da música. Às vezes isso gera um efeito egocêntrico, principalmente quando o volume de um instrumento está com a dinâmica bastante alta ofuscando o brilho harmonioso do conjunto – isso é muito comum nos bateristas “mão-de-ferro” e nos guitarristas da “santa distorção”. Essas nuanças entre o forte/fraco, alto/baixo são importantíssimas não só para a música, mas para a vida.

Em nossas vidas há momentos de baixarmos nossa voz, há momentos de até silenciarmos; já em instantes oportunos, dizer algo com o tom de voz forte, alto, pode ser super adequado como, por exemplo, reivindicar por saúde e educação, pedir por socorro, comemorar o gol do seu time ou até mesmo repreender alguém de forma sensata.

FRASEADOS: os fraseados são expressões de solo sobre três ou mais notas, podem ser entendidos também por pequenas ornamentações, arranjos, ou solos curtos. Essa linguagem musical deve ser colocada de acordo com o contexto da música: em blues, usa-se frase de blues, em baião, frase de baião, em samba, de samba, e assim deve sempre ocorrer em outros estilos.

Em nossas vidas é preciso ter a sabedoria de usarmos nossas frases da melhor maneira possível. A linguagem é algo que deve ser inteligível e contextualizada; as frases que usamos em casa são construídas sob uma ideia de intimidade, liberdade e até com excesso de sinceridade; quando se fala de ambiente de trabalho, as frases devem ser pautadas de profissionalismo, responsabilidade e alteridade. Falar uma linguagem que ninguém conhece pode deixar a coisa sem nexo algum. O apóstolo Paulo reforça a importância disso ao afirmar que é melhor falar cinco palavras que alguém entenda do que dez mil desconhecidas (I Coríntios 14:19).

Nossa vida é uma canção entoada por nossas atitudes, portanto, aprender com a música é um bom começo pra quem não quer desafinar sua própria história.

Fonte: https://www.facebook.com/SilvinhoFernandesGuitar/posts/1780772748880234

quinta-feira, 20 de abril de 2017

Reflexão sobre música de qualidade.


Então, você definitivamente já ouviu, e provavelmente já falou, que alguma música é “muito ruim”, e aí alguém certamente chegou e discordou. Será que qualidade é uma coisa subjetiva?

Minha resposta para esta pergunta é um sonoro não; qualidade é com certeza algo que existe mesmo na arte. A questão é: que critérios definem realmente o que é uma música de qualidade? Esta é a parte difícil. Como lidar com isto sabendo que, independente do seu critério, deve haver algo na sua playlist que seria definido como ruim?

Preciso esclarecer aqui certas coisas: o que direi aqui é puramente baseado em minha opinião. E mesmo assim, não pretendo chegar em uma conclusão, apenas apresentarei uma série de critérios que julgo razoáveis; é um artigo para reflexão antes de ser um artigo útil. Não quero mudar o gosto musical de ninguém… As vezes gostamos de músicas que nós mesmos consideramos como "ruim"

Inovação

Este critério aqui depende do contexto em qual a música foi criada. Funciona deste jeito: a música soa como todas as outras músicas do seu gênero? Você tem a impressão de já ter ouvido isso mil vezes antes? Se sim, você pode estar olhando para uma música ruim. Ou talvez não ruim, mas provavelmente preguiçosa.

Isto acontece em todos ou quase todos os estilos musicais (no jeito do “Maria-vai-com-as-outras”), mas é mais notável em estilos muito criticados, como o funk carioca e o pós-grunge (gênero de Nickelback, The Calling, etc). Independente do estilo, é comum vermos músicas cujas características são inevitavelmente trazidas intactas de outras músicas do meio. Uma exceção é quando o atributo copiado vem de outro estilo musical; isto, em si, é geralmente inovador.

O negócio é mais feio quando se compara trabalhos do próprio artista. Muito embora haja, obviamente, uma licença e praticamente uma obrigação ao artista que suas músicas venham com sua marca registrada, certos artistas abusam um pouco, especialmente dentro de um mesmo álbum, onde coesão musical entre cada música é algo desejado. Geralmente isto se torna critério de crítica ao artista, e não às suas músicas. É por isso que, por exemplo, considero o álbum Defying the Gods, da banda Rise To Fall, um álbum fraco apesar de muitos gostarem maioria das músicas. Confira Whispers of Hope e Reject The Mould (músicas que vem literalmente uma atrás da outra na sequência do álbum) para entender o que eu quero dizer.

Por outro lado, há artistas e grupos que, só por fazerem o tipo de música que fazem, já escapam de soar similares a outros músicos. É o caso, por exemplo do U2, do Red Hot Chili Peppers e do System of a Down.

Estrutura da música, arranjo, compasso e mesmo atributos simples como tempo e tom de base são algumas características que poderiam mudar de música para música. Músicas excepcionalmente únicas podem ocorrer quando se “brinca” com estes elementos; um dos meus exemplos é Revive My Wounds, da banda Sybreed, que cria algo bem diferente, apenas se utilizando de melodias nada usuais.

Variedade

Quando uma música é repetitiva, realmente é um pouco difícil de se apreciar.

Aqui temos outro motivo pelo qual o funk carioca é tão detestado. O hip-hop também tende a sofrer muito neste critério, e música eletrônica geral, mais ainda. Nesses estilos, é típico que a variedade dentro da música seja escassa, com uma estrutura que se repete com pouquíssima variação, e com mudança significativa apenas nas letras (quando há).

É importante notar que a relação entre variedade e qualidade não é exatamente linear. O estabelecimento bem-sucedido do sistema “verso-refrão-verso-refrão-bridge-refrão” indica que alguma repetitividade pode ser beneficial à música. Por outro lado, pela minha experiência, uma música com estrutura mais variada tende a ter um potencial maior.

O arranjo, a estrutura, as melodias e o ritmo ao longo da música podem determinar o grau de variedade de uma música; quando muitos destes aspectos são estagnados pela duração da música, temos uma música pouco variada. É um desafio maior quando as músicas são longas.

É meio difícil encontrar um exemplo bom de uma música variada, já que este critério é mais eficiente em se encontrar músicas ruins que músicas boas. Mas uma música que acho apropriada é a música Sons of Winter and Stars, da banda Wintersun. São 13 minutos de música, e ainda sim a variedade aqui é bem considerável; o arranjo, o ritmo, o tempo e as melodias variam muito ao longo da música, mas não mais do que o necessário. Em fato, a música é tão bem planejada que certas partes são compridas o suficiente para gerar tensão, e curtas o suficiente para evitar estagnação.

"Agradabilidade"

Este critério é, mais precisamente, direcionado à probabilidade de atrair ouvintes, o que em si pode ou não ser indicativo da qualidade musical da obra.Aqui, a música pop triunfa. Independentemente do que você possa achar da música popular ou de como as músicas mais famosas possam tropeçar nos outros critérios, este é o seu reino.

A ideia é bem simples: um foco em melodias “grudentas”, que sejam agradáveis ao ouvinte. Como já mencionado antes, esta é a especialidade da música pop. O uso de melodias agradáveis como pedra angular em uma música também é muito empregado no rock (assim como em algumas vertentes do metal, que até recentemente só queria fugir de tudo que soasse “agradável”), em alguns subgêneros da música eletrônica, em trilhas sonoras (nas décadas de 80 e 90, uma melodia agradável era essencial para trilhas sonoras de games, graças às limitações tecnológicas dos chips de som da época) e, logicamente, em jingles.

Uma música agradável não precisa ser genérica. Temos Reaching Home, da banda holandesa Textures, que apresenta muita síncope (deslocamento inesperado do ritmo) e melodias menos usuais.

Conteúdo (letras)

Agora, este é provavelmente o critério mais polêmico. Alguns acreditam na letra como o aspecto mais importante de uma música, outros dão tão pouca atenção às mesmas que preferem ouvir música instrumental. A maioria dos ouvintes de metal, eu incluso, não prestam muita atenção na letra (quando entendemo-la).

Além disto, as próprias qualidades de uma boa letra podem ser consideradas subjetivas. Tem gente que gosta ouvir a Lady Gaga falando sobre ser rica, outros gostam de ouvir um Cantor Gospel louvando a Deus ( ou aquelas músicas de auto-ajuda ) e outros gostam de ouvir Burzum fazendo exatamente o oposto. Portanto, para se estabelecer objetivamente um critério de qualidade, é mais interessante excluir o tema da avaliação. A partir disto, resta apenas padrões de poesia para determinar a qualidade das letras. Pontos bônus se há relação da letra com a música que segue. Obviamente não é um fator existente em uma música instrumental.

Atenção

Não, eu não estou chamando sua atenção, é só outro critério. O critério da atenção é o mais simples de entender. Atenção aqui está no sentido de atenção aos detalhes; o quanto foi feito para que a música tenha as características desejadas? Foi uma obra preguiçosa ou meticulosamente trabalhada?

A música eletrônica tem alto potencial pra cumprir esta função, já que seus atributos são mais fáceis de se manipular. Muitos consideram que, em termos de qualidade, a música atual não chega aos pés da música clássica pois, assim como nas demais artes clássicas, a atenção aos detalhes era tudo. Mesmo assim, qualquer estilo musical pode beneficiar deste atributo, é só o autor querer. Ainda sim é raro músicas com atenção a detalhes em gêneros como o punk rock e o (adivinha) funk carioca. (parece que eu estou implicando com o funk carioca mas eu só estou realmente sendo honesto!)

Fonte: Facebook - Silvinho Fernandes

https://www.facebook.com/SilvinhoFernandesGuitar/posts/1773567349600774?comment_id=1776680962622746&notif_t=comment_mention&notif_id=1492683109742256

Música cristã versos Musica secular (do mundo).

Sobre a MÚSICA CRISTÃ versus a MÚSICA SECULAR, tem gente achando que não devemos ouvir as seculares porque elas não nos edificam em nada. Eis o erro: achar que a música secular foi feita para nos edificar, quando na verdade foi feita para nos entreter.

Ora, vamos a um cinema para nos edificar, ou para nos entreter? Vamos passear em um shopping ou um parque para nos edificar, ou para nos divertir? Vamos a uma pizzaria ou uma churrascaria para nos edificar, ou pra satisfazer nossa carne?

Assim sendo, o Cristão deve ter o senso e o cuidado de escolher o que ouve, tanto entre músicas seculares quanto em músicas cristãs (tem muita ruim também). As primeiras, suas letras e ritmos não devem ferir a nossa fé; as segundas, idem! O lazer e a diversão, embora na maioria das vezes não edifique espiritualmente, são lícitos e necessários.

Todo cristão equilibrado faz estas coisas, com temor e moderação, e sem questionamentos, sabendo que são coisas lícitas, embora não edifiquem... Por que a implicância com a música "do mundo", se assistimos filmes "do mundo", passeamos em Shoppings "do mundo" e comemos em churrascarias e pizzarias "do mundo" sem nenhum questionamento?

Quem ouve uma música secular buscando encontrar em sua letra alguma edificação espiritual está equivocado. A música secular não tem esta função. Já a música cristã PRECISA TER esta função, ser absolutamente e primeiramente edificante e ter exatidão doutrinária absoluta; se não tem estas duas características, é MUITO PIOR que a música secular!

Se música "do mundo" é aquela que tem uma letra que vai contra os valores de Deus, letras que falam de traição, adultério, ciúmes, ódio, desejo de vingança, etc., então temos que considerar também como "do mundo" muita música "gospel" que tem letras com erros doutrinários graves, que pecam contra Deus do mesmo jeito. Heresia é pecado tanto quanto adultério.

Se música do "mundo" se referir ao ritmo - tipo rock, samba, hip hop, funk - aí temos outros problema, pois não existe como definir um ritmo que seja "santo" e outro que seja "mundano".

Eu escuto músicas feitas por artistas descrentes que tenham conteúdo bom. E sei que tudo o que é bom vem de Deus. Mais modernamente, para dar um exemplo, John Mayer compôs "Daughters" que tem valores muitos próximos dos cristãos.
Escolha bem. Na sua graça, nosso Deus deu dons e talentos até mesmo aos descrentes.

Escolha bem. Na sua graça, nosso Deus deu dons e talentos até mesmo aos descrentes, e música não é exclusividade cristã, é apenas um "meio" e não um "fim".

Tiago 1:17 “Toda a boa dádiva e todo o dom perfeito vem do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não há mudança nem sombra de variação.”

Filipenses 4:8 "Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai."

Fonte: FaceBook, Silvinho Fernandes

https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=1776275192663323&id=100008425774722

terça-feira, 28 de março de 2017

Lista de vozes - Yamaha PSR-550,






Lista de estilos - Yamaha PSR-550.


Dicas para aumentar sua criatividade na música.

Criatividade.

Conhecida basicamente como a capacidade de inovar e criar, a criatividade é bastante almejada por diferentes profissionais. E promove dentro de qualquer área de atuação diferenciais expressivos.

Quando se trata de música, a criatividade é ainda mais valiosa. Seja na hora de compor ou divulgar seu trabalho, ela é essencial na busca por um maior aprimoramento e crescimento profissional.

Que músico habilidoso não tem parte do seu renome atrelado ao potencial de improviso?

Ou mesmo a grande capacidade de composição?

Nos dois casos a raiz dessa habilidade está justamente nela: o exercício da criatividade.

Essa capacidade de manipular e realocar ideias, pensamentos ou conhecimentos de um novo modo, sob uma nova perspectiva, porém, não é restrita a poucas pessoas, ela nos acontece cotidianamente! Quer um exemplo?

Lembra daquela “sacada” que de repente te aconteceu e te fez terminar uma tarefa que demorava séculos de uma maneira muito mais rápida? Ou mesmo algum problema que parecia extremamente complicado de ser resolvido e outra pessoa te ofereceu uma solução num piscar de olhos?

Essas situações relatam basicamente nossa tendência natural a uma atitude padrão, com bloqueios mentais que vez ou outra são quebrados. Estamos tão acostumados a pensar, executar e agir de determinado modo que acabamos não percebendo as diversas possibilidades que nos rodeiam.

Mas como mudar isso então?

Como ser criativo?

Na verdade, a pergunta que mais nos importa agora….

Então, como ser um músico criativo?

Bom, essa “fórmula mágica” chamada pensamento criativo requer dedicação, ela não é tão simples de ser alcançada.

É fato que algumas pessoas possuem uma habilidade natural, uma espécie de “dom” que as permite inspiração rápida, mas mesmo assim isso não quer dizer que a criatividade não pode ser estimulada de diferentes maneiras.

No texto a seguir, estão elencadas cinco dicas fundamentais que irão te ajudar a treinar pouco a pouco dessa habilidade!

1. Conhecimento + Conhecimento = Criatividade

Lembra sobre a criatividade ser a habilidade de alocar e realocar conhecimentos de novas maneiras? Seguindo essa lógica é fácil concluir que quanto mais conhecimento você tiver mais potencial criativo ele te dará.

Antes de ser um músico criativo você precisa se tornar simplesmente um bom músico. Isso implica tanto um bom conhecimento téorico quanto prático.

Refine seu domínio em escalas, acordes, melodias, não se limite musicalmente e isso já será uma base sólida, em que poderá trabalhar. O segredo é escolher sua área de atuação e estuda-la da maior quantidade de ângulos possíveis

Afinal, como já apontado por Abraham Laboriel (link para post aqui), é bastante confortável estudar apenas alguns estilos, se empenhar naqueles que você tem bastante habilidade, mas sair da sua zona de conforto, literalmente buscar o entendimento em diferentes técnicas, conseguirá multiplicar suas habilidades e te dar versatilidade musical produtiva.

2. Inovação: processo de construção e desconstrução

O segundo ponto sobre ser um músico criativo implica um processo de tentativa e erro.
Você quer compor uma música ou desenvolver um arranjo de forma criativa? Precisará então testar o máximo de combinações e estilos.

Isso quer dizer dar uma chance mesmo aquelas que aparentemente não fazem sentido, ou parecem não se encaixar. A inovação é um processo continuo de construção e desconstrução, se você não explorar as possibilidades sem julgamentos nunca saberá o resultado que elas promoverão.

Utilize então as técnicas de rítmica, harmonia e contraponto sem medo, mescle seus recursos disponíveis e saia mais uma vez da obviedade.

3. Aplique suas ideias

Quer exercitar sua criatividade musical? Comece colocando no papel suas ideias e planos.

A dica parece ser óbvia, mas ser criativo implica não apenas ter um pensamento criativo apurado, mas também saber concretizar e adaptar da melhor maneira possível.

Muitas vezes desperdiçamos oportunidades incríveis apenas porque não nos permitimos um tempo de dedicação a ela. O tradicional “já pensei isso antes” diante de uma novidade anunciada por outra pessoa.

Teve uma inspiração vendo alguma trilha sonora, escutando algum arranjo musical? Não perca tempo! Tente por em pratica tão antes quanto puder e prossiga lapidando até estar satisfeito com o resultado.

4. Desfoque para focar

Desfoque para focar…. parece confuso?

Acontece que muitas vezes o que mais precisamos é uma mudança de ares, um momento descontração para arejar a mente.

Sob pressão dificilmente o pensamento criativo consegue ter vez, acabamos indo para as rotas tradicionais e permanecendo nas zonas seguras e conhecidas.

Para trabalhar a originalidade, experimente desenvolver alguma atividade diferente, que te promova entrar em um estado de espirito mais tranquilo. Será muito mais fácil aguçar seu lado musical se você não estiver estressado.

Além disso, exercitar o cérebro com atividades paralelas pode, ainda, promover novos tipos de inspiração, aumentando seu fluxo criativo.

5.Busque tutores e professores especializados

Embora fique mais fácil praticar sozinho com o tempo, e seja natural a muitos músicos optarem por seguirem aprimorando sua habilidade sem auxílio, ter um tutor ou professor pode auxiliar diretamente seu desenvolvimento criativo.


Isso porque a experiência adquirida por ele ao longo dos anos poderá lapidar suas ideias, e potencializar habilidades. Além disso, o processo de avaliação constante permitirá que você visualize melhor seu crescimento ao longo do tempo.

Dicas simples para ler partituras sem esforço.

As partituras são a linguagem universal da música. Não importa seu nível, você aprenderá mais rápido e poderá fazer muito mais, em termos musicais, se souber ler partituras. Podemos comparar essa notação musical à torre de babel, já que permite músicos de instrumentos totalmente diferentes se comunicarem como se fossem do “mesmo povo”.

Como instrumentista e professor, eu vejo de perto a dificuldade de músicos, até mesmo alguns bem estabelecidos, para dominar a notação musical.

Para ajudar, separei algumas dicas para facilitar sua vida. Elas funcionam se você costuma estudar partituras impressas ou através de algum programa.

Diminua a carga cognitiva: Separe em partes 

Na ciência do aprendizado, uma das maiores preocupações dos pedagogos de qualquer disciplina é reduzir a demanda cognitiva sobre os estudantes.

Você pode pensar seu cérebro como uma estrada, onde só passa um certo limite de carros. Se o assunto é novo, ele vai ocupar várias vias da estrada. Quanto mais você domina o tema, menos demanda ele gera.

Os autores de livros pensam bastante nisso na hora de estruturar o conteúdo. Os professores também são ensinados a respeito para ajudar na sala de aula.

No seu caso, como está estudando só (imagino!), você precisa gerenciar isso por conta própria. Afinal de contas, sobrecarga cognitiva vai gerar aquela sensação de “para tudo, eu não estou entendendo nada”.

No estudo de partituras, uma forma pela qual as pessoas geram essa sobrecarga é começando partituras completas.

Se você ainda não está confortável com a leitura, evite partituras inteiras - é informação demais e irá atrapalhar o que você sabe.

Faça uso de partituras dedicadas a seu instrumento, é provável que haja milhares para você (já viu a coletânea que preparamos?). Ou separe o documento por partes, se não achar apenas seu instrumento (programas como o Finale, Sibelius, Musescore e o Encore fazem isso em segundos). 

Use um método de leitura: A estratégia do papel higiênico

Uma das dificuldades da leitura de partituras é a falta de referência visual. Ou melhor, nosso costume de ler textos normais faz com que tenhamos a referência errada. Deixe-me explicar.



No texto normal, lemos da esquerda para direita. Há várias “âncoras” visuais inconscientes que usamos para identificar onde começar a leitura (espaçamento para título, entre parágrafos, margens, etc).

Para partituras, essas âncoras visuais não funcionam perfeitamente. É preciso readaptar.

É por isso que o primeiro efeito ao começar a leitura é se sentir um pouco desorientado: estamos usando, inconscientemente, estratégias erradas!

É aqui que entra a estratégia do rolo de papel higiênico. Ela é bem simples.

Quando estiver lendo uma partitura, você vai processar todas as informações verticalmente dentro da mesma seção. Se você usou nossa dica #1, haverá apenas um instrumento por vez, o que facilitará as coisas.

Na partitura, ficará mais ou menos assim:

Praticar conexão auditiva-visual: Exercícios para memorizar notas

Embora pareça bastante desafiador nos primeiros dias, a leitura de partituras depende bastante do seu grau de dedicação ao exercício.

Dessa forma, essas dicas então são estratégias facilitadoras, mas que funcionarão ainda melhor com a prática constante.

O segredo é persistir!

sábado, 25 de março de 2017

Lista de estilos - Yamaha PSR-540.


Lista de vozes - Yamaha PSR-540.






Lista de vozes - Yamaha PSR-530.






Lista de vozes - Yamaha PSR-520.





Lista de vozes - Roland Revas - KB-330.




Lista de estilos - Roland Revas KB-330.


sexta-feira, 17 de março de 2017

Quero ver você feliz.





quarta-feira, 15 de março de 2017

Lista de estilos - Yamaha PSR-510.




Lista de vozes - Yamaha PSR-510.


quinta-feira, 9 de março de 2017

Lista de estilos - Yamaha PSR-410.



Loading...