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domingo, 15 de janeiro de 2017

Escala.

Dá-se o nome de escala a uma série de notas sucessivas, separadas por tons ou semitons. A escala pode ser ascendente ou descendente.


A escala pode ser cromática ou diatônica. A escala é cromática quando as notas se sucedem por semitons.

Dó st Dó# st Ré st Ré# st Mi st Fá st Fá# st Sol st Sol# st Lá st Lá# st Si st Dó

Observe que, na escala cromática, os nomes de algumas notas se repetem, com alterações.
No piano, obtém-se a escala cromática tocando-se sucessivamente as teclas brancas e pretas.

Escala Diatônica é uma escala de sete notas composta de cinco tons e dois semitons em que os semitons estão separados entre si ao máximo de distância possível. Assim, entre cada um destes semitons temos dois ou três tons. Este padrão se repete a cada oitava nota numa seqüência tonal de qualquer escala. A escala diatônica é típica da música ocidental e faz parte da fundação da tradição da música européia. As modernas escalas, a escala maior e a escala menor, são diatônicas, assim como todos os modos tonais da Igreja.

A escala é diatônica quando as notas se sucedem por tons e semitons. Sendo 5 tons e 2 semitons.

Dó T Ré T Mi st Fá T Sol T Lá T Si st Dó

Observações importante:
  • A escala mais usada na música ocidental é a de 7 notas. Uma escala, portanto, pode se repetir de 7 em 7 notas.
  • A nota em que começa a escala é chamada de “primeiro grau”; a seguinte de “segundo grau”; assim por diante.
  • Para numerar os graus, que são 7, toma-se por base a escala ascendente.
  • Os graus da escala são sempre numerados por algarismos romanos. O primeiro grau de uma escala é também chamado de tônica.
  • Na escala descendente, os graus conservam os mesmos números da escala ascendente.


Se diz que uma nota é “natural” quando esta não tem acidente, portanto, se tomarmos por tônica cada uma das sete notas (dó, ré, mi, fá, sol, lá, si) e construirmos, a partir de cada uma delas, uma escala com notas naturais, obteremos o seguinte resultado:

Notas da Escala Diatônica                         Classificação                         Relação dos Intervalos

Dó T Ré T Mi st Fá T Sol T Lá T Si st Dó   Modo Maior Jônio Modelo T  T  st  T  T  T  st
Ré T Mi st Fá T Sol T Lá T Si st Dó  T Ré Modo Menor Dório              T  st  T  T  T  st  T
Mi st Fá T Sol T Lá T Si st Dó  T Ré T Mi Modo Menor Frígio               st  T  T  T  st  T  T
Fá T Sol T Lá T Si st Dó  T Ré T Mi st Fá  Modo Maior Lídio                 T  T  T  st  T  T  st
Sol T Lá T Si st Dó  T Ré T Mi st Fá T Sol Modo Maior Mixolídio         T  T  st  T  T  st  T
Lá T Si st Dó  T Ré T Mi st Fá T Sol T Lá   Modo Menor Eólio Modelo  T  st  T  T  st  T  T
Si st Dó  T Ré T Mi st Fá T Sol T Lá T Si Modo Diminuto Lócrio         st  T  T  st  T  T  T

Partimos da Escala padrão diatônica (a que se forma pelas notas sem acidentes) Dó - Ré - Mi - Fá - Sol - Lá - Si, e sobre cada uma destas notas criamos uma nova escala diatônica. Quando fazemos isto, a relação dos tons é alterada, consequentemente todo o campo harmônico também muda, visto que, ao estabelecer uma nota como a inicial, estabelece-se a tônica da nova escala. Para ser mais claro, na escala musical temos funções que classificamos como graus para cada uma das notas, de acordo com sua posição acerca da primeira. Portanto, (nota por nota) sendo os graus: tônica, sobre-tônica, mediante, sub-dominante, dominante, sobre-dominante e sensível (para, por exemplo: Dó - Ré - Mi - Fá - Sol - Lá e Si), o que mudamos no sistema modal é esta função de cada uma, criando uma nova relação entre os graus e notas. Tudo isso se deve unicamente porque estabelecemos uma nova tônica mantendo os intervalos.
  • A posição dos tons e semitons, em relação aos graus, varia em todas as escalas acima citadas. Cada uma dessas sete maneiras diferentes de se situarem os tons e semitons na escala constituem um Modo.
  • Existe um total de sete modos. Atualmente, predominam apenas dois.


Modo maior (Jônio) – com os semitons entre os graus IIIº-IVº e VIIº-VIIIº

Dó T Ré T Mi st Fá T Sol T Lá T Si st DóModo Jônio ou Maior

Modo menor (Eólio) – com os semitons entre os graus IIº-IIIº e Vº- VIº

Lá T Si st Dó T Ré T Mi st Fá T Sol T Lá – Modo Eólio ou Menor


O que são graus? 

Provavelmente você já tenha ouvido falar em “primeiro grau”, “segundo grau”, etc. E tal-vez isso tenha soado estranho num primeiro momento. Porém, como vamos ver, essa terminologia é simples e pode ser muito útil. Se numerássemos a escala de Dó maior da seguinte forma: Dó (1º grau), Ré (2º grau), Mi (3º grau), Fá (4º grau), Sol (5º grau), Lá (6º grau), Si (7º grau), poderí-amos dizer para um amigo, por exemplo: “toque o 5º grau da escala de Dó maior”, e ele saberia que você está se referindo à nota Sol.

Por isso, acaba sendo muito útil falar das notas de uma música em termos de graus. A lógica é a mesma que foi apresentada acima, aplicada a cada nota de interesse. Por exemplo, podemos construir os graus partindo da nota Ré: 

Ré (1º grau), Mi (2º grau), Fá (3º grau), Sol (4º grau), Lá (5º grau), Si (6º grau), Dó (7º grau). 

Então, se alguém pedisse, digamos, o 3º grau de Ré, você saberia que se trata da nota Fá. Observe que estamos trabalhando dentro da escala de dó maior nesses exemplos todos. Isso pre-cisa ser especificado (em qual escala estamos trabalhando). 

De uma maneira prática, para saber a nota que se refere a algum grau basta contar nos dedos as notas partindo da nota que foi definida como 1º grau. Abaixo seguem alguns exemplos, ainda dentro da escala de dó maior (tome como exercício): 

- Segundo grau de Mi: Fá - Quarto grau de Sol: Dó - Sétimo grau de Si: Lá 

Obs: O primeiro grau é também chamado de “tônica”. 

Esses exemplos foram utilizados apenas para fins didáticos. Na prática, você verá que os graus são muito utilizados dentro do contexto de campos harmônicos. Você aprenderá como se situar numa música utilizando graus no artigo “como se formam e para que servem os campos harmônicos”. Antes disso, aprenderemos (nos tópicos "o que é diminuta, aumentada e justa" e "conceitos complementares sobre graus") outros detalhes importantes sobre graus.

O que são oitavas? 

Provavelmente você já ouviu falar os termos “uma oitava acima” ou “uma oitava abaixo”. Mas o que significa isso? 

Dizer que uma nota está uma oitava acima significa dizer que a nota é a mesma, porém ela está em uma região mais aguda do instrumento. 

Imagine um piano. Nele, as teclas da esquerda são mais graves do que as teclas da direita. Se você for apertando as teclas brancas, partindo de dó, da esquerda para a direita, vai seguir a sequência: dó, ré, mi, fá, sol, lá, si, dó...continuando nesse ciclo até terminarem as teclas do piano. Como as notas vão ficando mais agudas, fica fácil de perceber que o próximo dó será mais agudo que o anterior. Sempre que se termina um ciclo e a nota volta a ser dó, completa-se uma oitava. 

Repare que "si” é o 7º grau de dó (leia o artigo "o que são graus"), fazendo com que Dó seja o oitavo grau. Por isso o nome “oitava”. Usamos aqui o exemplo de Dó, mas isso é válido para qualquer nota, desde que se comece e termine na mesma nota. Se partíssemos de Ré, fecharíamos uma oitava quando chegássemos à Ré novamente. A mesma lógica pode ser aplicada para uma oitava abaixo, onde o som fica mais grave. 

Como a música ocidental possui 12 notas (12 semitons), podemos concluir que uma oitava compreende a distância de seis tons. Confira abaixo como em 6 tons retornamos à nota de origem: 


 Apenas a título de curiosidade, os pianos geralmente possuem cerca de 7 oitavas.

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