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terça-feira, 28 de março de 2017

Dicas simples para ler partituras sem esforço.

As partituras são a linguagem universal da música. Não importa seu nível, você aprenderá mais rápido e poderá fazer muito mais, em termos musicais, se souber ler partituras. Podemos comparar essa notação musical à torre de babel, já que permite músicos de instrumentos totalmente diferentes se comunicarem como se fossem do “mesmo povo”.

Como instrumentista e professor, eu vejo de perto a dificuldade de músicos, até mesmo alguns bem estabelecidos, para dominar a notação musical.

Para ajudar, separei algumas dicas para facilitar sua vida. Elas funcionam se você costuma estudar partituras impressas ou através de algum programa.

Diminua a carga cognitiva: Separe em partes 

Na ciência do aprendizado, uma das maiores preocupações dos pedagogos de qualquer disciplina é reduzir a demanda cognitiva sobre os estudantes.

Você pode pensar seu cérebro como uma estrada, onde só passa um certo limite de carros. Se o assunto é novo, ele vai ocupar várias vias da estrada. Quanto mais você domina o tema, menos demanda ele gera.

Os autores de livros pensam bastante nisso na hora de estruturar o conteúdo. Os professores também são ensinados a respeito para ajudar na sala de aula.

No seu caso, como está estudando só (imagino!), você precisa gerenciar isso por conta própria. Afinal de contas, sobrecarga cognitiva vai gerar aquela sensação de “para tudo, eu não estou entendendo nada”.

No estudo de partituras, uma forma pela qual as pessoas geram essa sobrecarga é começando partituras completas.

Se você ainda não está confortável com a leitura, evite partituras inteiras - é informação demais e irá atrapalhar o que você sabe.

Faça uso de partituras dedicadas a seu instrumento, é provável que haja milhares para você (já viu a coletânea que preparamos?). Ou separe o documento por partes, se não achar apenas seu instrumento (programas como o Finale, Sibelius, Musescore e o Encore fazem isso em segundos). 

Use um método de leitura: A estratégia do papel higiênico

Uma das dificuldades da leitura de partituras é a falta de referência visual. Ou melhor, nosso costume de ler textos normais faz com que tenhamos a referência errada. Deixe-me explicar.



No texto normal, lemos da esquerda para direita. Há várias “âncoras” visuais inconscientes que usamos para identificar onde começar a leitura (espaçamento para título, entre parágrafos, margens, etc).

Para partituras, essas âncoras visuais não funcionam perfeitamente. É preciso readaptar.

É por isso que o primeiro efeito ao começar a leitura é se sentir um pouco desorientado: estamos usando, inconscientemente, estratégias erradas!

É aqui que entra a estratégia do rolo de papel higiênico. Ela é bem simples.

Quando estiver lendo uma partitura, você vai processar todas as informações verticalmente dentro da mesma seção. Se você usou nossa dica #1, haverá apenas um instrumento por vez, o que facilitará as coisas.

Na partitura, ficará mais ou menos assim:

Praticar conexão auditiva-visual: Exercícios para memorizar notas

Embora pareça bastante desafiador nos primeiros dias, a leitura de partituras depende bastante do seu grau de dedicação ao exercício.

Dessa forma, essas dicas então são estratégias facilitadoras, mas que funcionarão ainda melhor com a prática constante.

O segredo é persistir!

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