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terça-feira, 30 de maio de 2017

Dicas para aumentar sua capacidade de aprendizado musical.



  1. Você deve aprender sem estar com o  instrumento. Não limite o seu tempo de aprendizado ao tempo que você tem o instrumento em mãos. Ser músico profissional é uma escolha de vida. Você não é músico apenas quando está cantando, compondo ou tocando seu instrumento. Se você escolheu ser músico deverá sê-lo 100% do tempo. A música não vai ser apenas o seu ganha pão, mas uma maneira de viver a vida por essa  ótica.
  2. Não espere ter uma boa técnica para começar a desenvolver a musicalidade. A sua musicalidade é a capacidade de interpretar a realidade a sua maneira e transformá-la em sons com os recursos que você tem. Música é uma forma de comunicação que só acontece enquanto está soando, mesmo com seus silêncios. Todo o resto é teoria, conceitos, idéias etc.
  3. Exercite tocar melodias, acordes, riffs etc. com elegância, graça e beleza. Sempre. Não pense nos movimentos musculares que aquela ação exige. Pense que aquilo deve te conectar e comunicar com o público.
  4. Você nunca saberá tudo. Tenha a humildade de saber que sempre haverá algo novo para aprender, “trazer pra junto de si”.
  5. Sempre haverá alguém que sabe mais do que você. Não sinta-se diminuído por este inevitável fato. Sinta-se estimulado e procure aprender com os outros. Entenda: o seu conhecimento ajuda a compor o que você é e, o seu diferencial está no que você é e não no quanto você sabe.
  6. Tenha uma postura ativa. Não espere que o conhecimento chegue até você. Você deve ir atrás do conhecimento. O professor não é capaz de discernir o que será relevante para a sua formação. Este “filtro” só pode ser feito por você mesmo. Se um assunto lhe parece desinteressante, pergunte e questione o professor até que aquilo lhe sirva. Para nós professores tudo pode parecer 
Texto original: Silvinho Fernandes


sexta-feira, 26 de maio de 2017

Anacruse e compassos incompletos.

Muitas vezes as partituras iniciam com tempos incompletos. Isso ocorre porque muitas músicas não começam exatamente no tempo forte. Neste casos, o primeiro compasso pode ser classificado de duas formas:

Compasso Acéfalo (ou “decapitado”): é um compasso onde as notas ocupam mais da metade dos tempos do compasso binário ou quaternário, ou mais de dois terços do ternário. Nestes casos, deve-se completar a escrita do primeiro compasso com pausas. No exemplo a seguir, o primeiro tempo forte a ser executado está na nota Fá, após a barra dupla.
Compasso Anacrústico (ou “protético”): é um compasso onde as notas ocupam menos da metade dos tempos do compasso binário ou quaternário, ou menos de dois terços do ternário. É também denominado, simplesmente, Anacruse. Nestes casos, não é necessário completar as pausas iniciais. O compasso Anacrústico deve ser seguido de barra dupla e, na contagem dos compassos é considerado o compasso zero.


Em muitas peças clássicas é comum encontrar trechos com ritornello onde as finais têm tempos a menos. Geralmente, esses tempos que faltam estão exatamente na Anacruse do início ou da continuidade da música.


Os tempos que faltam no compasso anacrústico devem ser compeçados no último compasso da partitura.

Observação importante

Compasso Tético ou Completo: Quando em uma partitura o primeiro compasso inicia em tempo forte, ou seja, na cabeça do primeiro tempo, o mesmo é classificado como Compasso Tético.

Fonte: Teoria Musical - Lições Essências - Luciano Alves

Veja também:

https://pt.wikipedia.org/wiki/Anacruse

A mesa santa que preparamos.





quinta-feira, 25 de maio de 2017

Pequena canção.


Carneirinho, carneirão.


terça-feira, 23 de maio de 2017

A técnica.

Todo instrumentista precisa ter muito cuidado com a técnica. A postura dos dedos, o local do posicionamento, a ordem e a velocidade nas execuções são imprescindíveis para o desenvolvimento técnico do aluno. Tocar, digitar ou prender bem as cordas são exercícios que ajudam na eliminação de vícios que levam sempre ao erro. Não adianta uma boa prática sem uma boa técnica. Com o decorrer dos anos, os próprios dedos vão se sentindo limitados durante a execução. Por isso, tocar nas teclas/cordas certas com os dedos certos só beneficiará o aluno. Se você tem vícios, é preciso corrigi-los, para isso, muita força de vontade e um bom professor são indispensáveis.

domingo, 21 de maio de 2017

Quien sera - Sway.




Minha primeira partitura - Parte 1 e Parte 2.



Vocação Musical: É preciso ter vocação (ou dom) para tocar?

Normalmente o iniciante começa muito empolgado a estudar, aí ele encontra muitas dificuldades, como coordenação das mãos ou dificuldade em entender a escrita musical, e logo ele se pergunta: será que esse negócio de música não é somente para quem tem vocação ou um dom? Acho que você já sabe metade da resposta para essa pergunta e neste vídeo vou te apresentar a metade da resposta que você ainda não conhece.

Você já deve ter ouvido falar, ou até conhece algum amigo ou tem algum parente, que demonstrou um talento inato para a música: Aquela pessoa que ouviu uma música e sem nenhum treinamento conseguiu tocar em algum instrumento, como o piano ou um violão.

Na história da música temos alguns nomes famosos que tinham essa vocação desde pequenos: como Mozart, Schubert e Beethoven.

Agora, o que você já deve saber é que essa vocação sem dedicação aos estudos é muito limitada.

Em qualquer arte, de música até desenho, uma pessoa que não apresenta essa vocação inicial pode avançar mais no domínio da arte do que uma pessoa talentosa que, por preguiça ou por vaidade, não se dedica aos estudos.

Acho que isso você já deve estar até cansado de ouvir mensagens motivacionais por aí, dizendo que o talento sem esforço é um desperdício.

O que você não deve saber é que existe o que eu chamo de "os 3 pilares de um aprendizado saudável de piano".

E, olha, já te adianto que o talento não faz parte desses pilares.

O 1º pilar é muito óbvio, que é possuir o instrumento para você estudar. Muitos iniciantes desistem porque não enxergam avanço no aprendizado simplesmente porque só estudam quando vão à escola de música.

O 2º pilar é o esforço e a continuidade nos estudos aliado a resiliência, que é a capacidade de superar e de se recuperar ao passar por dificuldades.

O 3º pilar é o mais difícil de encontrar hoje em dia, que é um bom professor. O que eu quero dizer com isso é que um bom instrumentista não faz um bom professor.

Então, se você está querendo aprender piano, fique atento a esses 3 pilares e não pense em desistir quando as dificuldades aparecerem.

Texto: Felipe Scagliusi.

Como vencer a preguiça para estudar piano ou teclado?


Como resolver o vício de seguir o dedilhado e não a nota na partitura?

Quando começa a aprender a ler e executar partituras, com aquelas pecinhas bem simples, é muito normal o iniciante ao piano seguir apenas a numeração dos dedos, ao invés da altura de nota que está na partitura.

Neste começo isso pode não fazer diferença, já que os dedos são dispostos de modo a sempre estarem na tecla certa.

Mas logo isso se torna um problema, pois rapidamente os dedilhados não correspondem mais a posição em que está o dedo no momento.

Então é preciso resolver esse vício logo no início.


Você já passou da idade de aprender a tocar piano?


Como controlar o nervosismo ao se apresentar no piano ou teclado?


Atenção ao ritmo!


Escuta Só: Ouvido Absoluto.


Preciso ter ouvido absoluto?


Os 3 tipos de memória necessários para aprender piano ou teclado.


Existe um repertório correto para os iniciantes ao piano?

Vídeo 1/30

Qual a ordem de assimilação dos elementos de uma partitura?

Vídeo 30/30

What can wash away my sin.




quinta-feira, 18 de maio de 2017

Infinite gratitude.




Afinal, musicista é o feminino de músico?



A resposta é não, Musicista, nada mais é que um apreciador ou amador de música. Especialista em música. Um músico. Nome aplicado também àqueles que professam a arte da música, compondo peças, tocando ou cantando ou àqueles que fazem parte de bandas, orquestras, etc.

quinta-feira, 11 de maio de 2017

Take my braeth away.



Plena graça.




sexta-feira, 5 de maio de 2017

Música é vida - Lições da música.


Segundo Aurélio, música “é a arte e ciência de combinar sons de maneira agradável aos ouvidos”; no entanto, penso que seria mais lógico dizer que ela é a arte de combinar sons e silêncio, já que o ser “agradável” a alguém pode variar de pessoa para pessoa. Mas, gostos à parte, o que muitas vezes não sabemos é que além dos discursos, sentimentos e vibrações, a música se parece tanto com nós humanos que a sua linguagem e recursos são freqüentemente usados na vida cotidiana. Pra tirar lições dela, se faz necessário reconhecer não só seus componentes básicos: ritmo, melodia e harmonia, mas outros elementos que são determinantes para uma boa execução.Por isso pensei na dinâmica e no fraseado como aspectos importantíssimos para uma peça musical bem tocada.

Vejamos o que cada item pode nos ensinar nos aspectos musicais e em nosso dia a dia.

RITMO: é a ordem das batidas, a acentuação dos sons e das pausas de maneira ordenada.

Em nossas vidas o ritmo está presente na forma pessoal de cada um desempenhar seu andar cadencial (cada um tem seu próprio ritmo), como também na velocidade do nosso dia-dia; há pessoas cujo ritmo de vida é bastante acentuado, estressante, e nesse caso, as pausas são bem vindas, pois nelas as forças devem ser renovadas pra que a “música da vida” não pare.

MELODIA: é a sucessão de sons musicais combinados gerando um sentido, ela pode ser agradável para uns e não para outros.

Em nossas vidas, os traços melódicos têm haver como a personalidade de cada um; melodias alegres, tristes, simples, complexas, contagiantes ou tensas, representam pessoas e seus discursos, ou seja, é o “solo musical da vida” que cada uma entoa no seu cotidiano.

HARMONIA: é a combinação de sons simultâneos gerando intervalos e acordes. É o conjunto de notas vibrando ao mesmo tempo num mesmo espaço auditivo.

Em nossas vidas, harmonia representa a capacidade de sociabilidade que cada um tem. É conviver em harmonia com o próximo escutando um tom que às vezes não lhe agrada ou estando num grupo de notas distintas da sua, e mesmo assim em meio a tanta dissonância, construir a unidade sonora produzindo uma bela peça musical é sinal de superação e capacidade de lidar com o diferente.Isso é que é viver em harmonia com os outros.

Quando esses três elementos estão bem resolvidos numa música, e cada instrumentista consegue dominá-los satisfatoriamente, chega-se à hora de compreender aspectos importantíssimos relacionados à execução da música (muitas vezes eles passam despercebidos até por músicos habilidosos):

DINÂMICA: é a capacidade e habilidade de lidar com as propriedades do som (altura, timbre, duração e intensidade) durante a execução de uma peça. Muitos músicos iniciantes ou inexperientes às vezes conhecem os ritmos, acordes, solos, mas não têm a mínima noção dos momentos baixos e altos da música. Às vezes isso gera um efeito egocêntrico, principalmente quando o volume de um instrumento está com a dinâmica bastante alta ofuscando o brilho harmonioso do conjunto – isso é muito comum nos bateristas “mão-de-ferro” e nos guitarristas da “santa distorção”. Essas nuanças entre o forte/fraco, alto/baixo são importantíssimas não só para a música, mas para a vida.

Em nossas vidas há momentos de baixarmos nossa voz, há momentos de até silenciarmos; já em instantes oportunos, dizer algo com o tom de voz forte, alto, pode ser super adequado como, por exemplo, reivindicar por saúde e educação, pedir por socorro, comemorar o gol do seu time ou até mesmo repreender alguém de forma sensata.

FRASEADOS: os fraseados são expressões de solo sobre três ou mais notas, podem ser entendidos também por pequenas ornamentações, arranjos, ou solos curtos. Essa linguagem musical deve ser colocada de acordo com o contexto da música: em blues, usa-se frase de blues, em baião, frase de baião, em samba, de samba, e assim deve sempre ocorrer em outros estilos.

Em nossas vidas é preciso ter a sabedoria de usarmos nossas frases da melhor maneira possível. A linguagem é algo que deve ser inteligível e contextualizada; as frases que usamos em casa são construídas sob uma ideia de intimidade, liberdade e até com excesso de sinceridade; quando se fala de ambiente de trabalho, as frases devem ser pautadas de profissionalismo, responsabilidade e alteridade. Falar uma linguagem que ninguém conhece pode deixar a coisa sem nexo algum. O apóstolo Paulo reforça a importância disso ao afirmar que é melhor falar cinco palavras que alguém entenda do que dez mil desconhecidas (I Coríntios 14:19).

Nossa vida é uma canção entoada por nossas atitudes, portanto, aprender com a música é um bom começo pra quem não quer desafinar sua própria história.

Fonte: https://www.facebook.com/SilvinhoFernandesGuitar/posts/1780772748880234
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