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sexta-feira, 21 de julho de 2017

Canção de aniversário.


O truque dos truques para aprender piano/teclado.

Você ainda quer aprender piano ou desenvolver sua habilidade, certo?

Quer tocar bem, sentindo segurança que está fazendo da melhor maneira?

Isso seria bom, não?

Bom, eu tenho absoluta certeza que sempre pode existir uma maneira mais eficaz de aprender as coisas. Principalmente para alcançar a tão almejada segurança. O que acho um tanto esquisito, é o pensamento voltado para "truques" que alguns alunos e professores têm.

Existem várias escolas de ensino de piano e teclado que dizem ter descoberto a "ciência" por trás do aprendizado… que o passado era mergulhado em trevas, mas agora, com a neurociência, podemos hackear nosso cérebro para aprender melhor…

Caramba! Como essa palavra "hackear" me deixa desanimado com a humanidade. Agora viramos computadores: memória ram, HD, processador, blá, blá, blá...

Eu também gosto de dizer pra todo mundo que ensino de uma maneira eficaz. Mas não digo apenas isso. Digo também que por trás desses truques existe "o" grande truque, a sacada genial para te levar às alturas (estou bom em frases de efeito, hein?).

E qual é esse truque dos truques?

Estudo.

Mais ainda: rotina de estudo.

Por mais que alguém diga que descobriu um novo "botão" psicológico que vai acelerar o seu aprendizado, nunca, nunquinha, jamais, será algo tão automático que não precise ser colocado em uma rotina. Aí é que começam as dificuldades:

O que estudar primeiro?

Como um truque ajuda em outro?

Qual é o conjunto de habilidades que merece atenção especial?

E se aparecer um novo problema desconhecido?

Quanto tempo me dedicar em cada coisa?

Quando dar um problema por resolvido?

Nesse ponto os construtores de truques começam a fraquejar, mas eu não.

Texto: Felipe Scagliusi

Desmascarando o mito do: Aprenda fácil.

Desanimo muitos em aprender piano/teclado ao insistir que é necessário estudo.

Seria muito mais fácil se eu desenhasse uma escadinha e simplesmente dissesse que basta você subir um "degrauzinho" de cada vez e tudo será aprendido sem que você perceba. Talvez se eu chamasse esse formato de "aprendizado gradual" ou algo desenvolvido de maneira descomplicada, tudo pareceria mais colorido.

Saiba que todo esse enfeite de "fórmula" de aprendizado ou aprendizado "gradual" não quer dizer que você não precise estudar.

E com estudo eu digo sentar a bunda no banquinho e praticar pra vencer as dificuldades apresentadas pelo instrumento.

E isso feito diariamente.

Então, veja bem, o que é realmente necessário, aquilo que é o essencial para um aprendizado eficaz, não é a bobagem de um aprendizado gradual, mas sim algo que seja pensado em como você vence as dificuldades.

É isso que chamo de plano de estudos.

O plano de estudos perfeito deve abarcar 3 aspectos que podem ser entendidos assim:

1) Atividade musical:

São as músicas que você vai estudar para não apenas acertar as notas, mas para desenvolver o seu senso musical.

Sem um repertório, seu corpo e seu ouvido não saberão como lidar com a música.

2) Suporte mecânico:

São os exercícios de suporte para a "atividade musical", além de colocar o seu mecanismo corporal no ponto exato para aproveitar ao máximo o tempo de estudo.

3) Suporte teórico:

Aqui existem 2 visões.

A da "teoria musical" propriamente dita, que fará você entender, por exemplo, tons e semitons, escalas, etc. E a "teoria técnica", que você precisa conhecer para saber qual exercício é o melhor para cada caso e como é o melhor jeito de abordar um problema na "atividade musical".

Repare que o ponto 1 é o mais importante nesse plano de estudo.

O resto é apenas suporte. Servem para que você execute a "atividade musical" da melhor maneira possível.

Então, se o seu objetivo é tocar piano ou teclado, preocupe-se em dar atenção, em primeiríssimo lugar, as músicas que vão desenvolver a sua sensibilidade musical.

Muito ou pouco tempo pra estudar, não importa, você deve dar prioridade para o ponto 1.

Se você tem muito tempo para estudar, divida, digamos, em 30% do seu tempo diário com o estudo dos passos de suporte.

Se tem pouco tempo por dia, estude as atividades de suporte apenas 2 vezes por semana.

No aspecto geral, esse será o plano de estudos mais eficaz que você poderá montar.

Depois que esse tipo de estudo estiver bem desenvolvido, qualquer aprendizado mais abstrato, como leitura musical ou harmonia, serão como um passeio no parque.

Claro, um passeio no parque COM estudo, mas o trabalho mais duro já foi realizado.

Essa minha visão sobre o aprendizado musical vai contra a cultura do aprendizado fácil que é aparentemente oferecida pela internet, mas ela funciona e é 100% sincera.

Texto: Felipe Scagliusi

domingo, 16 de julho de 2017

Como tocar os modos no Piano e Teclado.

https://youtu.be/J80KHUFvzMk

sexta-feira, 14 de julho de 2017

Desafio de leitura e ritmo - Nº. 6.


quinta-feira, 13 de julho de 2017

Aprender piano/teclado com um tecladinho de bichinhos da fazenda.

Quando me perguntam sobre a qualidade de tal ou qual instrumento, minha resposta é: 

"Qualquer instrumento é melhor do que instrumento nenhum." 

Mas, contando com o seu bom senso, isso não quer dizer que se possa usar um daqueles tecladinhos de criança que fazem sons dos animais da fazenda: tem a ovelha, a vaca, a galinha, o galo, o pato, o porco... 

Realmente é bem completo, mas não serve para nosso propósito. 

Sempre recomendo um piano acústico, mas como não existe uma recomendação genérica e são muito caros, você pode sim aprender com qualquer tipo de piano ou teclado que estiver a mão. 

Nunca deixe de estudar por falta de um instrumento melhor. 

Ainda lembro do tecladinho de 5 oitavas que usei por muitos meses. 

Então, se é só um tecladinho de 4 ou 5 oitavas que você tem acesso, que seja com ele. 

Só não com o tecladinho da fazenda. 

Nem o da floresta. 

Se você quer uma recomendação mais direta, pesquise a linha P da Yamaha ou linha Privia da Casio. Existem vários modelos e algum pode ser encaixar no seu bolso. 

Depois de conseguir um instrumento, não esqueça de buscar o material de estudo. 

E se você já está enfretando as primeiras lições, provavelmente está batendo cabeça pra coordenar as duas mãos... 

Texto: Felipe Scagliusi 

Você não precisa tocar bem.

Esse negócio de "sou exigente" e "ainda não passei pra próxima" me lembrou o seguinte: 

O estudante deve buscar fluência, mas, não adianta, ele não vai tocar bem. 

Perseguimos um ideal do tipo: cada lição precisa ser um diamante polido. 

Mas não é assim que as coisas funcionam. 

A verdade é que você não precisa tocar bem, mas precisa PERSEGUIR o tocar bem. 

Por isso sempre falo em imitar o resultado musical que o professor está fazendo. 

Isso vai ensinar aos poucos, deixando o iniciante consciente do que precisa fazer até chegar ao ponto que não precisa mais pensar nisso pra tocar bem. 

Lembra-se de quando você começou a escrever? 

Letra tremida, incompreensível, fora da margem, às vezes até do avesso... 

Mas você não precisou deixar o "A" perfeito pra ir até o "B". 

Assim é na música, você vai perseguindo o resultado, sem esquecê-lo, tentando alcançá-lo com vontade, mas não pode ficar paralisado por causa disso. 

Quando colocar a mão na massa, pode ser que o principal problema que você enfrente seja coordenar as mãos. 

Texto: Felipe Scagliusi.

quarta-feira, 12 de julho de 2017

Três maneiras erradas de estudar piano/teclado.

Não é sempre que temos energia pra estudar da maneira correta. Aquela maneira que nos faz colher mais frutos. 

Tenho plena consciência disso. 

Também tenho de lidar com essa falta de concentração. 

E para esses momentos, faça aquilo que você achar conveniente: estude uma nova música que você achou bonita; explore alguma coisa de teorial musical; tente criar algum exercício maluco, etc. 

São momentos que devemos conduzir com leveza. 

Agora, se estamos falando do pão mesmo, daquilo que vai encher nossas barrigas (e não simplesmente do Chocolate Surpresa com figurinhas de animais que nos deixa contentinhos)... 

Então os seguintes erros são comuns: 

1) Tentar tocar o trecho como se já fôssemos mestres faixa preta: 

Por que não aproveitar o momento de concentração pra lidar pacientemente com as lições? 

2) Não ter um objetivo: 

Tudo bem, nos momentos de chocolatinho você faz a coisa sem atenção, mas no momento de estudar mesmo, você precisa ter certeza de que está tentando resolver algum problema, ou tentando completar um pequenho trecho, um pequeno compasso. 

Qualquer coisa que se coloque como objetivo, já nos dá mais foco. 

3) Criar uma rotina fácil demais: 

Pra dar o petisco que nosso ego nos pede a todo momento, como um cachorrinho pidão, não nos propomos desafios. 

É sempre o mesmo tipo de música. 

O mesmo 4/4 apenas com semínimas. 

É claro que você pode ser feliz lidando com o piano apenas dessas 3 maneiras. 

Você só não pode avançar. 

Se você sabe que precisa criar uma rotina de estudos pra avançar, algo que dê substância pra você lidar com o piano/teclado, então participe do treinamento "Coordenação e Independência". 

Existem mil maneiras de você se enganar que está aprendendo piano/texlado... 

E tudo bem, explorar e fazer as coisas apenas com leveza é extremamente necessário. 

Mas pra ter segurança você precisa de desafios e saber como resolvê-los. 

O primeiro desafio do iniciante é coordenar as mãos e treinar seus ouvidos para a música.

Texto: Felipe Scagliusi.

Não coloque o carro na frente dos bois.

Aqui está um comportamento muito comum: 

Sempre queremos colocar o carro na frente do bois. 

Ou seja, pulamos a hierarquia das coisas e acabamos invertendo etapas e chegando a lugar nenhum. 

Não existe "carro na frente dos bois" mais comum entre os iniciantes de piano, do que a tentativa de sair tocando como se fosse um músico completo depois de estudar apenas uma semana. 

Isso é perceptível por perguntas do tipo: 

"Tentei tocar tal música e não consegui, meus dedos não me obedecem..." 

Ou: 

"Meus amigos falaram que eu estava fora do ritmo..." 

E a recomendação que sempre dou é a seguinte: 

Comece sempre estudando com as mãos separadas e muito devagar. 

Nunca esqueça: Mãos separadas e lentidão. 

O iniciante que tenta algo diferente disso, está sim colocando o carro na frente dos bois. 

Isso se aplica mesmo no processo que chamo de imitação. 

Só depois disso, é que faz sentido partir pra juntar as mãos. 

Claro, juntar as mãos exige um pouco mais de dedicação e não acontece de forma automática, mas conforme você adquire mais experiência, esse trabalho de mãos separadas vai ficando cada vez mais raro. 

Depois de um tempo, estudar com as mãos separadas vira uma prática apenas para resolver problemas específicos de certas músicas. 

Resumo: inclua na sua o costume de estudar a mão direita e esquerda separadas, buscando desenvolver o entendimento do trabalho de cada uma de forma independente. 

Depois disso, parta pra a junção. 

Esse não é nenhum segredo, nem uma dica arrasa-quarteirão. 

Mas com certeza é uma pequena parte da fórmula do seu sucesso nos estudos de piano/teclado. 

Texto: Felipe Scagliusi.

O mito do "aprenda fácil".

Vamos discutir um grande mito que ronda o aprendizado de piano/teclado. 

E qual é? 

A idéia de que basta você aprender a localização das notas no teclado e a executar alguns acordes e, BUM, em questão de 3 meses você é um músico. 

Acho essa idéia muito divertida. 

Ainda mais que estou há 30 anos estudando o instrumento e continuo aprendendo. 

Existem 2 motivos pra essa ilusão: 

1 - Maior facilidade de tocar uma nota no piano/teclado do que em outros instrumentos. 

2 - A tremenda versatilidade do piano, que é capaz de representar outros instrumentos. 

A ilusão termina quando o aluno descobre que não existe correspondência entre um dedo e uma tecla. 

Puxa! Quando isso acontece o mundo cai. 

E depois disso, que é preciso que as duas mãos façam um trabalho diferente entre si... 

...e os saltos de oitavas? 

…e os trinados e variações de trabalho entre o dedo 4 e 5? 

Tudo isso vai minando aquela "paixão" tão ardente do estudante. 

Pode ser que você já tenha caído em algum desses conteúdos por aí do tipo "aprenda fácil", 

"pian/teclado descomplicado" 

"piano/teclado divertido"... 

Acontece que enquanto você não criar uma rotina de estudos, nada é fácil, nem descomplicado, nem divertido. Aliás, cometo aqui uma gafe, pois digo "estudo" e isso pode passar uma idéia de dificuldade, mas fazer o quê? 

É necessário estudo e dedicação, sim. 

Mas só porque admito que é necessário estudo, não quer dizer que é difícil. 

Ou complicado. Ou maçante. 

Certo? 

Ok, se isso ficou claro e você ainda sente motivação, aqui vai a conclusão: 

Você precisa entender como criar uma rotina decente e bem estruturada, focada no seu desenvolvimento prático no piano/teclado.

Texto: Felipe Scagliusi.


terça-feira, 11 de julho de 2017

Desafio de leitura e ritmo - Nº. 5.


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